sábado, agosto 11, 2012

Organizações de Orião: República Federativa da Galáxia

República Federativa da Galáxia
A República Federativa da Galáxia foi o nome do governo galáctico estabelecido pela República de Maria Isabel Samara para restaurar a Novíssima República Galáctica para substituir o Terceiro Império Galáctico após a Batalha de Romano. Como a sua antecessora, foi muitas vezes referida como a República, e menos freqüentemente era referida como a República Federativa Galáctica ou a Quarta República Galáctica.
Formada em 6 anos DBMC, depois da dissolução da antiga "República de Maria Isabel Samara", que foi formada logo após a Batalha de Romano e serviu como um governo intermediário, a República Federativa da Galáxia tornou-se a suprema autoridade governamental da Galáxia. E foi idealizada como uma extensão natural da original República Galáctica e a Novíssima República, que precederam o Terceiro Império, e ficou mais conhecida como Velha República na época.
A República Federativa da Galáxia foi fundada sob os mesmos princípios da República Galáctica de gerações anteriores terUm parlamento com representantes de todos os membros, que governante a Galáxia de maneira justa e imparcialE junto de sua fundação foram adicionados alguns novos pilares de forma a evitar os problemas que levaram o antigo sistema a sua queda. A Nova República era protegida pela Nova Ordem Jedi, que foi estabelecida por Mário Jorge Samara Logan, relembrando o fato de que a República original era protegida pela Velha Ordem Jedi.
Por causa da restauração da República Galáctica, o Terceiro Império às vezes se referia a Nova República como a Velha Ordem, para se opor a sua Terceira Ordem, enquanto que em declínio.
A morte do Imperador José Cesar Fobos, em 5 anos DBMC sinalizou o fim do Terceiro Império. A notícia da destruição do Núcleo de Fantomile II, bem como morte de José Fobos, foram transmitido pela República de Maria Isabel Samara por toda a Galáxia, usando seu sistema alternativo de Holorede chamado de Holorede da República Federativa da Galáxia. No mundo do capital de Coruscante, civis e Revolucionários reagiram com a transmissão iniciando uma revolta, entre outras coisas, gritando louvores para o retorno da República.
Um mês depois da Declaração de uma República Federativa da Galáxia oficial, foi assinado pelos oito mais importantes membros da República de Maria Isabel Samara, estabelecendo objetivos, valores e ideais do novo governo. Estes oito membros eram Galadriel, de Valdenda, a Princesa Sara Liliana Samara Logan também de Valdenda, Borsk Fey'lya de Kothlis, Almirante Ackbar de Dac, Sião Tevv de Sulluste, Doman Beruss de Coréllia, Kerrithrarr de Kashyyyk, e Verrinnefra B'thog de Elom, se tornando os primeiros membros da República Federativa da Galáxia, conhecido como Conselho Provisório.
O objetivo principal deste primeiro Conselho, e por conseqüência da República Federativa da Galáxia, era ter de volta Coruscante. Esta manobra era bem mais simbólica que estratégica. Desde o início da Velha República a sede do governo galáctico tinha sido em Coruscante, e sua captura seria legitimar a autoridade da República Federativa da Galáxia, aos olhos da Galáxia. Até que a mudança pudesse ser feita, os membros do Conselho Provisório e Interior reuniram-se em mundos de outros membros ao invés disso, como em Noquivzor. Ainda nesta época, o Conselho Provisório traçou alianças com outros planetas e colocou algumas mudanças, além de acréscimos, aos princípios e leis.
Nos primeiros meses que sucederam a vitória em Romano, a República Federativa da Galáxia fez poucos movimentos no espaço controlado pelos Remanescentes de Fobos, e concentrou-se em enviar embaixadores para os mundos que haviam se rebelado contra seus governantes a serviço do antigo Terceiro Império. Esta manobra trouxe novas forças e maior estabilidade para a República Federativa da Galáxia, já que o número de planetas aliados cresceu muito dentro dos Territórios da Borda Exterior, e as primeiras manobras militares desta época, comandadas pelo Almirante Ackbar, visavam liberar pontos chaves na Galáxia que permaneciam sobre controle do Terceiro Império. Nos anos que se seguiram, vários mundos e rotas no Anel Médio e Borda Interior foram liberadas, e a República Federativa da Galáxia expandiu-se rumo aos planetas do Núcleo, além de estabelecer bases estratégicas para campanhas futuras.
Pouco tempo depois da ocupação de Coruscante e a transferência do novo governo para o planeta, o Senado da República Federativa da Galáxia foi estabelecido no dia conhecido como Dia da Restauração. O discurso de Sara Liliana Samara Logan, Ministra de Estado da República Federativa da Galáxia, refletiu as crenças e princípios do primeiro Senado: "Hoje nos tornamos uma família galáctica, uma família de grandes e pequenos, dos jovens e dos velhos, que respeita a todos e não discrimina nenhum."
Galadriel tornou-se a primeira Chefa de Estado da República Federativa da Galáxia e também, Presidente do Senado e Comandante das Forças Armadas. Durante seu governo, a política do novo regime permaneceu muito similar ao do governo provisório. O Conselho Interno continuou funcionando, mas o Senado substituiria o Conselho Provisório.
Entretanto já se mostrava mais fácil lutar contra o totalitarismo que formar uma concisa confederação de planetas. Assim, conforme o Terceiro Império foi gradualmente perdendo sua influência na Galáxia de Orião, muitos conselheiros da República Federativa da Galáxia entenderam que a guerra estava perto do fim e um jogo de ambições políticas e a corrida pelo poder e prestígio começou a brotar dentro do novo governo. Este problema denotava um crescimento pequeno, mas a ainda presente ameaça do Império mantinha a República unida. Em 8 anos DBMC, a maior parte da Galáxia de Orião (Aproximadamente três quartos) estava aliada a República Federativa da Galáxia e o sentimento era de que a guerra tinha terminado.
Um dos grandes testes para o novo regime veio em 9 anos DBMC, quando o Grande Almirante Cara-Pálida Thrawn assumiu o controle do que havia restado do Terceiro Império e partiu numa, sob muitos aspectos, vitoriosa campanha contra a República Federativa da Galáxia. Brigas políticas internas procuravam um culpado pela crise dentro do governo, e conselheiros ambiciosos, como Borsk Fey'lya, ganharam poder ao derrubar outros políticos. Embora tenha amargado numerosas derrotas e reviravoltas, as forças da República Federativa da Galáxia refizeram-se novamente, e finalmente atingiram a vitória durante a Batalha de Bilbringi. Thrawn estava morto e suas forças em retirada. Aproveitando a ocasião, os militares da República Federativa da Galáxia empreenderam uma série de operações para ocupar alguns setores da Galáxia de Orião que permaneciam sobre o controle do Terceiro Império.
O sentimento de vitória durou pouco, quando um ano após a morte de Thrawn, as forças Remanescentes de Fobos tentariam uma ofensiva derradeira partindo do centro da Galáxia de Orião. A República Federativa da Galáxia estava um pouco fragilizada, se recuperando dos últimos eventos, e a situação se complicava visto que a nova ofensiva tinha grande força e um aparato bélico jamais vistoAparato este que abusava de armas de destruição em massa. Entretanto uma série de pequenas vitórias, seguidas da morte do novo pretenso Imperador, levou a República Federativa da Galáxia a superar estes eventos e reorganizar-se.
Depois de restabelecer a ordem em Coruscante em 11 anos DBMC, o Senado começou a trabalhar numa série de programas que visavam à reestruturação do governo. Conselhos especializados foram formados, cada qual com poder de decisão e uma responsabilidade específica que cobria um determinado aspecto do governo. Estes conselhos eram: Conselho de Defesa, Segurança e Inteligência, Justiça, Ministerial, Ciência e Tecnologia e Comercial.
O Conselho Interno foi substituído pelo Conselho Governamental, que consistia de um representante de cada um dos conselhos criados no Senado. O Conselho Governamental tinha a autoridade de eleger um novo Chefe de Estado, medida esta adotada para impedir que um governante torna-se muito poderoso e problemas como os enfrentados durante as Guerras Clônicas acontecessem novamente.
Nesta mesma época o Senado convenceu-se de que a proposta de Mário Jorge Samara Logan para a criação de uma Nova Ordem Jedi traria benefícios a República Federativa da Galáxia, e autorizou que a Academia Jedi fosse estabelecida em Miranda, na antiga base da República de Maria Isabel Samara.
Galadriel aposentou-se e em seu lugar elegeu-se Sara Liliana Logan Solo que, com a aprovação do Senado, tornou-se a segunda Chefa de Estado da República Federativa da Galáxia. Nesta época muitos eventos importantes, porém de pouca repercussão, aconteceram. A maioria deles consistia de laços diplomáticos importantes que garantiram a extensão do poder e influência da República Federativa da Galáxia. Nesta época muitos planetas neutros, que anteriormente estavam sob a influência do Império, alinharam-se com a República Federativa da Galáxia.
Apesar da crescente descrença com certas figuras de poder dentro da República Federativa da Galáxia, ela permanecia relativamente unida frente à ameaça do Terceiro Império. Uma campanha imperial iniciada pelo Supremo Comandante Gilad Pellaeon terminou desastrosamente, já que as forças da República Federativa da Galáxia derrotaram Pellaeon e reduziram o domínio dos Remanescentes do Império a apenas oito sistemas nos Territórios da Borda Exterior.
O afastamento de Sara Liliana Samara Logan, a eleição de Ponc Gavrisom como o novo Chefe de Estado, junto também a construção de uma nova Câmara para o Senado e a maior reforma econômica jamais vista anteriormente apontaram um novo período de prosperidade para a República Federativa da Galáxia. A centralização do poder foi desmantelada, concedendo maior autonomia local aos planetas, setores e sistemas. Os assuntos no Senado reduziram-se basicamente a resolução militares comuns e mediação de disputas entre sistemas ou planetas. Enquanto a nova legislação não era aprovada, o Senado limitou-se a analisar uma pauta por delegação, de forma a prevenir o acúmulo de trabalho, enquanto que a nova legislação ainda teria de ser aprovada pelo comitê que estava formulando-a e também pelo Senado.
Outro desenvolvimento alcançado nesta época foi à criação dos Observatórios da República Federativa da Galáxia, um departamento que passou a funcionar como a Ordem Jedi o fazia anteriormente. O trabalho dos observadores era viajar a Galáxia de Orião, pelos planetas alinhados a República Federativa da Galáxia e reportar ao Senado qualquer tipo de irregularidade ou conduta imprópria dos governantes e autoridades partes do sistema.
O principal evento desta época foi à chamada crise do Dossiê de Caamas, que iniciou uma guerra civil entre facções Pró-Bothanas e Anti-Bothanas dentro da República Federativa da Galáxia. Os documentos afirmavam que alguns grupos Bothanos venderam informações e até agiram ativamente no enfraquecimento das defesas do planeta Caamas, o que teria facilitado seu domínio e posterior destruição na insurreição do Terceiro Império em 10 anos DBMC. A crise, que começou com a revelação de tal dossiê, levou finalmente a um tratado de paz entre a República Federativa da Galáxia e os Remanescentes do Império, finalmente colocando uma pedra sobre a Terceira Guerra Civil Galáctica que já durava quase dois sculos.
O fim da Terceira Guerra Civil Galáctica marcou a mudança de alinhamento de vários planetas que finalmente se sentiram confortáveis em escolher qual organização governamental se juntar, sendo que a maioria alinhou-se com a República Federativa da GaláxiaGraças em parte a crise econômica que o tratado levou aos Remanescentes do Terceiro Império. Sara Liliana voltou ao Senado, e a República Federativa da Galáxia junto dos Jedi derrotaram ameaças menores como o Segundo Império, a organização anti-Humana Aliança da Diversidade e uma tentativa de restaurar o antigo sindicato do crime Sol Negro. Porém em 23 anos DBMC, Sara afastou-se permanentemente do governo e Borsk Fey'lya foi eleito novo Chefe de Estado com maioria dos votos. Muitos outros membros de longa data do Senado se afastaram, assim como alguns líderes militares já bem conhecidos como Ackbar e Hiram Drayson. Infelizmente, esses SenadoresC, os seres de altos princípios e antigos líderes da Aliança Rebelde, os foram substituídos por alguns Senadores de poucos princípios e as lutas da Velha República voltaram se vir novamente.
Com a subseqüente invasão dos Yuuzhan Vongs, o Senado ficou paralisado pela incompetência e covardia. A administração do Chefe de Estado Fey'lya fracassou e tomaram sérias medidas já com a invasão tarde demais. Os invasores progrediram rapidamente, conquistando grande parte da Galáxia em seu caminho para Coruscante. A desconfiança da Nova Ordem Jedi complicou ainda mais as coisas, enquanto o Exército de Defesa da Nova República encontrou-se de volta para o núcleo, a moralidade se perdendo. A Queda de Coruscante foi o golpe de misericórdia da República Federativa da Galáxia, os membros do Senado capturaram as naves da Flota de Defesa e fugiram do sistema. Fey'lya que foi responsável por muitas falhas (Se não todas) na guerra, se sacrificou em batalha.
O Senado se reuniu novamente em Mon Calamari e depois de uma longa campanha, Cal Omas foi eleito como Chefe de Estado. Esta seria a última opção da República Federativa da Galáxia. Após a decisiva Batalha de Ebaq 9, Omas reorganizou os remanescentes da República Federativa da Galáxia na Federação Galáctica de Livres Alianças. Com uma nova Constituição, aumentando as inspeções e o equilíbrio em uma nova estrutura federal, a Aliança Galáctica trabalhou para corrigir as muitas das falhas do governo anterior. Além disso, ele se comprometeu a trabalhar estreitamente com a Ordem Jedi no final da guerra. Em 30 anos DBMC, a Aliança Galáctica a Nova Ordem Jedi derrotaram os Yuuzhan Vongs durante a Libertação de Coruscante.
A República Federativa da Galáxia é uma confederação de planetas voluntária, organizada sob os princípios da democracia, dos direitos comuns e em acordo com os ideais e propósitos assinados na Declaração da República Federativa da Galáxia. O direito de voto e representatividade é garantido a qualquer sistema independente ou soberania política que represente um ou mais planetas ou sistemas tendo sido previamente reconhecido como tal e tendo seus territórios definidos. A associação tem duas etapas: A estruturação, durante a qual o candidato deve adaptar as leis e estatutos em conformidade com o padrão estabelecido pela República Federativa da Galáxia, e a avaliação, durante a qual é definida a taxa anual de suporte a República Federativa da Galáxia.
A afiliação, sem direito de voto, está disponível a unidades políticas individuais (Como, por exemplo, aos membros de uma liga de planetas) e a representantes reconhecidos de espécies inteligentes que não estejam definidos como unidade política.
Observadores, sem direito de voto, são permitidos a qualquer organização, mesmo não sendo associado da República Federativa da Galáxia. A Declaração da República Federativa da Galáxia estabelece os princípios para os quais a República Federativa da Galáxia está voltada; a Carta de Direitos Comuns estabelece as leis e direitos aos quais os planetas devem se adaptar para se tornarem membros, além de representar os direitos e obrigações de seus membros.
O governo da República Federativa da Galáxia foi estabelecido com base num corpo legislativo unicameral conhecido como Senado, em substituição ao Conselho Provisório. Os membros principais do sistema são representados no Senado por um senador. Cada Senador tem o direito a um voto, independente do número de habitantes que representa. As organizações afiliadas são representadas em Coruscante por um embaixador, que tem autorização a se pronunciar durante as sessões ordinárias do Senado, mas não tem direito de voto e tampouco pode ser escalado para grupos de trabalho do Senado (Como Conselhos, Comitês e Comissões).
O Senado consiste de um imenso, e potencialmente ilimitado, grupo de representantes, o que tornaria o governo lento e burocrático se não fosse pelo trabalho dos Conselhos, Comitês e Comissões estabelecidas pelo próprio Senado e que, de fato, são os mecanismos que fazem o sistema funcionar. O dia-a-dia no Senado é basicamente formado por discursos e debates públicos. Muitos se referem ao Senado como a Assembléia da República Federativa da Galáxia.
Conselhos são nomeados para tratar de um segmento de operação específico, e detém grande autonomia, poder de decisão e a autoridade apropriada para o segmento tratado. Via de lei, os membros mais representativos e poderosos da República Federativa da Galáxia mantêm sempre representantes nos Conselhos.
Comitês são eleitos para tratar de vários aspectos das operações do Senado, e detém autoridade para administrar estes setores. É um grupo que tem certa autonomia; no caso de uma decisão unânime do comitê, a aprovação majoritária do Senado não é requerida (Embora uma rejeição de pelo menos 3 para 5 do Senado impede que um projeto siga adiante).
Comissões são grupos voluntários de poder consultivo. Costumam preparar relatórios e fazer pesquisas sobre temas atuais para apresentá-los ao Presidente do Senado, ao Ministro do Estado, ao Supremo Comandante ou mesmo a algum associado em específico. São conhecidos por sua imparcialidade e método independente de pesquisa.
O Presidente do Senado é eleito por, no mínimo, três quintos dos votos, e é também considerado Chefe de Estado e também Comandante da Frota, embora este último título seja usado normalmente para se referir ao militar de mais alta patente.
A tradição pode variar na forma apropriada de se dirigir ao Presidente. Galadriel preferia "Chefe de Estado", mas Sara Liliana usava o título mais adequado as circunstâncias. Em geral, os Senadores, burocratas e a mídia usam o termo Presidente, enquanto que os ministros, mundos associados e a população no geral preferem o termo Chefe de Estado.
O Presidente pode ser removido de seu cargo pelo voto majoritário do Senado, num processo conhecido como Voto de Não-Confidência, processo este que deve ser movido de acordo com a vontade da maioria do Conselho Governamental ou por, no mínimo, um quarto dos membros primários do Senado. Assim como a eleição de um novo presidente pode ser impedida, apenas por decisão unânime do Conselho Governamental. Em prática, os poderes concedidos ao Conselho Governamental, no tocante a eleição ou a convocação de novas eleições e conseqüente afastamento de um poder vigente, fazem com que um candidato que tenha sido proposto ou aprovado pelo Conselho seja eleito pelo Senado sem dificuldades. O Presidente pode indicar qualquer membro do Conselho Governamental para conduzir o regime no caso de uma ausência prolongada ou qualquer outro problema que o impeça de exercer suas funções por um tempo determinado. Se o Presidente tornar-se incapaz de governar, ou perder completamente o contato, ou mesmo morrer, o chefe do Conselho Ministerial indica um novo Chefe de Estado, sendo o substituto natural o Ministro de Estado.
O gabinete do Ministro Geral lida com toda a burocracia não-militar da República Federativa da Galáxia é organizado e dividido em outros ministérios permanentes, cada qual designado para um campo específico (Finanças, tecnologia, ciência, etc.), além de algumas agências orientadas a serviços e pesquisas, e muitos Institutos semi-independentes.
Os membros da Corte de Justiça são selecionados de uma lista do Conselho de Justiça do Senado e aprovados pelo próprio Presidente do Senado. Nominalmente independente, o poder da Corte de Justiça é ilimitado dentro de sua jurisdição: Rever as violações das leis da República Federativa da Galáxia dos membros que a compõem e também de todas as repartições do governo. Esta Corte não serve para intermediar ou resolver problemas da esfera civil e criminal, pois este tipo de corte é designado pelas autoridades locais de um sistema, planeta ou região.
O sistema econômico da República Federativa da Galáxia é bastante diversificado e complexo, entretanto diferente da era imperial ele tem seus mecanismos e processos voltados para a descentralização e apenas intervenções estratégicas do estadoVisando o bem estar de uma região ou do próprio sistema.
Depois da queda do Terceiro Império na Batalha de Romano, muitas moedas diferentes entraram em circulação. Entretanto a República Federativa da Galáxia aprovou o "Crédito", que mesmo diante de toda a confusão econômica ainda era a moeda mais utilizada na Galáxia de Orião. Durante muito tempo as taxas de cambio flutuaram sem controle, e poucos faziam trocas de moedas. Mas com a consolidação do poder da República Federativa da Galáxia, e o apoio imprescindível de Muunilinst, a economia galáctica estabilizou-se e o "Crédito" ganhou a força final que necessitava.
A República Federativa da Galáxia possui e apóia a diversidade cultural na Galáxia de Orião. Restrições a eventos culturais e artistas que eram comuns na era imperial foram completamente banidas pela República Federativa da Galáxia que, ao invés, incentiva e apóia manifestações culturais diversas.
Embora tenha sido oficialmente desmantelada e banida, a política Humanocêntrica tornou-se um legado indesejado do Terceiro Império Galáctico, já que muitas das concepções e discriminações permaneceram em prática por alguns grupos, alguns chegando a ser numerosa como a Alta Cultura Humana e a Liga HumanaAmbos numerosos e com posições de poder em suas áreas de atuação, e crentes de que a raça humana é superior as outras.
A Força de Defesa da República Federativa da Galáxia é o exército armado do sistema, e possui cinco esquadras completas de guerra, cada uma com centenas de naves de guerra, transporte, e veículos de apoio, dividindo-se entre grupos de batalha e forças especiais.
Depois da reestruturação militar, que passou a seguir um comando unificado, o antigo Ministro da Defesa passou a ser chamado de Supremo Comandante. Este posto é ocupado por um oficial designado pelo Conselho de Defesa e aprovado pelo Presidente do Senado, sendo seu único superior o Chefe de Estado.
O território da República Federativa da Galáxia variou imensamente durante sua história. Em 8 anos DBMC consistia de 600.000 planetas, e já em 9 anos DBMC representava mais da metade da Galáxia de Orião conhecida, incluindo todos os Mundos Centrais, a exceto pelo Setor Corelliano. Entretanto durante as guerras sucessivas contra novas investidas imperiais este território foi reduzido drasticamente. Em 15 anos DBMC, enfraquecida, a República Federativa da Galáxia representava apenas 11.000 planetas, não por tanta eficiência do Terceiro Império, mas que diante da guerra muitos planetas e sistemas optaram pela neutralidade. Entretanto em 19 anos DBMC, a República Federativa da Galáxia fortaleceu-se diante do acordo de paz com os Remanescentes do Terceiro Império.
A capital da República Federativa da Galáxia é Coruscante, e os planetas associados vão desde o Núcleo até as bordas com as Regiões Desconhecidas do espaço. Uma das poucas regiões com grande representatividade é conhecida como Região da Fronteira, que nada mais é do que a região que abria os planetas dirigidos pelos Remanescentes do Terceiro Império.

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