sábado, agosto 11, 2012

Organizações de Orião: Remanescentes de Fobos

Remanescentes de Fobos
Os Remanescentes de Fobos, ocasionalmente chamados de Terceira Ordem com uma Cara Pessoal, era uma organização compreendendo o que sobrava do Terceiro Império Galáctico após seu colapso na Batalha de Romano e a formação da República Federativa da Galáxia, mas mais especificamente após a reunificação dos chefões dos Mundos do Núcleo pela Almirante Cara-Pálida Natasi Daala e as subseqüentes campanhas de expansão e estabilidade sob Gilad Pellaeon entre 12 e 13 anos DBMC.
O nome oficial para os Remanescentes do Terceiro Império era Terceiro Império Galáctico. O termo "Remanescentes" tinha inicialmente uma conotação depreciativa e tornou-se tão comum entre os cidadãos da República Federativa da Galáxia que, finalmente, passou a ser usado inclusive entre aqueles que seguem esta ordem.
Naturalmente o termo "Remanescentes de Fobos" faz uma clara referencia a drástica redução do que foi um dia o imenso Terceiro Império Galáctico, graças ao fato de que a maioria dos sistemas, planetas e governos neutro-independentes alinhou-se a República Federativa da Galáxia.
Não há uma data de criação dos Remanescentes e tampouco um ponto final para o antigo Terceiro Império. Aconteceu que os mecanismos que impulsionavam e uniam o governo do Terceiro Império começaram a falhar com a queda do Imperador em 5 anos DBMC e após uma série de problemas internos o sistema evoluiu gradativamente para um moderno governo confederado. As reformas promovidas pela Almirante Cara-Pálida Daala e por Gilad Pellaeon foram cruciais para manter e unir as fragmentadas forças do Terceiro Império, que enfraqueceram-se ainda mais com as campanhas promovidas por Thrawn e posteriormente pelo clone de José Cesar Fobos.
Embora tenha realmente atingido estabilidade política em 19 anos DBMC, os Remanescentes como organização política unificada podem ter sua data de reunificação em 12 e 13 anos DBMC. Após o desastroso colapso que a campanha promovida pelo clone de José Fobos causou, o Terceiro Império estava novamente um caos. Oficiais de alta patente e Comandantes militares reuniram suas próprias forças e isolaram-se em regiões que detinham controle, estabelecendo seus próprios domínios e lutando entre eles para controlar o que havia restado.
Estes comandos militares fecharam-se para a possibilidade de lutar contra a República Federativa da Galáxia e gastaram tempo e recursos buscando prestígio e tentando derrubar outros comandos. Esperando reunir estes dispersos grupos e minimizar o caos, a Almirante Cara-Pálida Daala agiu como uma espécie de emissária e mediadora entre as diversas facções, e obteve sucesso moderado. Foi forçada a lutar em nas tropas do Comandante Harrsk contra as forças de Teradoc, e depois disso renunciou as suas intenções até encontrar Gilad Pellaeon e com o apoio deste organizar o encontro dos treze mais poderosos comandantes militares em Tsoss Beacon com a intenção de negociar a reunificação e indicar um Comandante Supremo.
Entretanto horas de negociações não foram suficientes para alinhar os comandantes militares. Cansada e furiosa, Daala executou todos eles, selando a sala de conferência e intoxicando o ar com um veneno mortal. Embora não tenha sido sua intenção original, Daala efetivamente aproveitou-se da situação e se auto-proclamou Comandante Supremo e estava finalmente em posição de atacar a República Federativa da Galáxia. Embora o modelo de governo moderno e estável ainda não tinha sido colocado em prática, foram estas ações que colaboraram para os Remanescentes se tornarem o que são atualmente.
Acreditando que a Academia Jedi era um dos pilares da República Federativa da Galáxia, Daala reagrupou as dispersas forças Imperiais e empregou um ataque contra Miranda. A batalha foi desastrosa e resultou na morte de centenas de soldados. Embaraçada e profundamente envergonhada Daala resignou o comando e promoveu Pellaeon a Comandante Supremo.
Como havia acontecido após a Batalha de Romano e na Batalha de Bilbringi, Pellaeon estava novamente encarregado de juntar as peças dispersas, mas desta vez ele tinha os meios e autoridade para estabilizar a situação. Percebendo que o centro da Galáxia de Orião era limitado e estava cansado, o novo Comandante Supremo olhou para os confins, mais especificamente para o Anel Médio e Territórios da Borda Exterior. Com o intento de reconstruir o Terceiro Império de seus tempos de glória, Pellaeon quase imediatamente retirou suas forças do Nùcleo, numa manobra que lhe fez ganhar suporte político e militar dos Capitães, Coronéis e Generais Cara-Pálidas que haviam evitado as últimas ofensivas desastrosas, e recuperou velhos territórios do Terceiro Império.
O Conselho de Capitães e Generais Cara-Pálidas foi formado nesta época, à medida que mais e mais territórios eram incorporados e antigos Capitães, Coronéis e Generais Cara-Pálidas apoiavam a iniciativa da criação de um novo e moderno governo sob o comando de um moderado e astuto Comandante Supremo.
Seis meses após assumir seu posto, Pellaeon decidiu expandir os domínios dos Remanescentes para o estratégico planeta de Orinda no Anel Médio. A República Federativa da Galáxia enviou suas forças para evitar esta ação, mas era tarde demais. Após um mês de batalhas sucessivas, Pellaeon saiu vitorioso. Algum tempo depois veio outra vitória do Terceiro Império ao conquistar novamente o Aeróstato Estrelar, originalmente do Terceiro Império, Quimera. Depois disso, os dois lados reforçaram suas forças no Anel Médio, mas nenhuma batalha significativa ocorreu nos meses seguintes.
Seguindo o colapso do controle do Capitão Cara-Pálida Getelle no Setor Antemeridiano, a República Federativa da Galáxia invadiu o sistema e Gentelles não foi capaz de combater a invasão, o que custou todo o setor ao Império. Entretanto Pellaeon chegou a Adumar em tempo de impedir o avanço da República Federativa da Galáxia ao custo de muitos soldados e espaçonaves. Estas batalhas marcaram o fim das intenções Imperiais de expansão.
Em 17 anos DBMC, se aproveitando de uma crise instaurada na República Federativa da Galáxia, PellaeonAgora Comandante da Frota do Terceiro ImpérioDecidiu iniciar outra campanha agressiva de expansão, e novamente não teve sucesso em uma série de conflitos dramáticos onde as forças da República Federativa da Galáxia gradativamente empurraram os Remanescentes dos Terceiro Império novamente aos seus domínios. Quando as últimas batalhas terminaram, Pellaeon se encontrou numa situação complicadíssima, como não se via há tempos. Se poucos anos antes lhes era assegurado o domínio de uma boa parcela do Anel Médio até as fronteiras com o desconhecido, agora só lhes restavam oito setores nos Territórios da Borda Exterior. A frota estelar foi reduzida drasticamente, de vinte e cinco mil Aeróstatos Estrelares para apenas duzentos. Somados, estes fatores pressionavam Pellaeon e o Conselho de Capitães e Generais Cara-Pálidas quanto ao futuro do Terceiro Império até que finalmente conceberam, em 20 anos DBMC, que se o Terceiro Império mantivesse a guerra contra a República Federativa da Galáxia não haveria futuro para os seus.
Alguns Capitães, Coronéis ou Generais Cara-Pálidas pensavam diferentes e hostilizaram a proposta de paz sugerida por Pellaeon. Entre eles Coronéis Cara-Pálidas Disra, Grodin Tierce e Flim que formaram um triunvirato e tentaram semear a guerra civil dentro da República Federativa da Galáxia com a revelação do Dossiê Caamas, entretanto PellaeonCom a assistência de agentes da República Federativa da GaláxiaDescobriu estes planos e capturou os dissidentes, executou Grodin Tierce e manteve Disra e Flim presos.
O golpe falhou, a guerra civil na República Federativa da Galáxia foi evitada quando o verdadeiro Dossiê Caamas foi revelado e finalmente apontado os verdadeiros espiões (Já que a primeira versão do dossiê tinha sido adulterada para incriminar algumas figuras importantes dentro do Senado). Com estes assuntos resolvidos, os planos de paz de Pellaeon foram finalmente concretizados.
Depois de parar o golpe que pretendia reiniciar a guerra com a República Federativa da Galáxia, os planos de firmar a paz de Pellaeon poderiam finalmente ser feitos. A bordo de o Aeróstato Estrelar Classe-Quimera, a Terceira Guerra Civil Galáctica terminou com a assinatura de um tratado de paz depois de dois séculos de intensa guerra após o começo da guerra. Este tratado é conhecido como o Tratado Pellaeon-Gavrisom pelo nome dos dois signatários, o líder dos Remanescentes de Fobos, Gilad Pellaeon e o então chefe da República Federativa da Galáxia Ponc Gavrisom.
Desde a assinatura do Pellaeon-Gavrisom, os Remanescentes de Fobos tinham adotado uma postura isolacionista. Durante seis anos, os Remanescentes de Fobos foram afastados até que a antiga Chefa de Estado da República Federativa da Galáxia, Sara Liliana Solo, em uma missão diplomática em busca de ajuda após a trágica Batalha de Dantooine contra os Yuuzhan Vongs. O Grande Almirante Cara-Pálida Pellaeon, perante a ameaça representada pelos Yuuzhan Vongs por toda a Galáxia de Orião, convenceu o Conselho de Capitães e Generais Cara-Pálidas para enviar uma frota para ajudar à República Federativa da Galáxia.
Os Imperiais resgataram várias forças da República Federativa da Galáxia e prestaram finalmente a sua inútil ajuda na defesa do planeta Ithor. Quando este foi devastado pelas armas biológicas utilizadas pelos Yuuzhan Vongs, o Conselho de Capitães e Generais Cara-Pálidas ordenou a Pellaeon para retirar as suas tropas do Espaço Imperial para preparar sua defesa contra um possível ataque dos alienígenas extragalácticos. Apesar de discordar da decisão, Pellaeon concordou, embora nem todas as suas tropas se retirassem do espaço da República Federativa da Galáxia. Ele deixou um pequeno grupo de batalha centrado, que continuou ajudar as forças da República Federativa da Galáxia até a Batalha de Ordo Mantell. Parece que muitas naves do Terceiro Império defenderam Bilbringi antes da Batalha de Fondor.
À medida que a guerra avançava, entre a população e o governo do Terceiro Império foram crescendo temores de que os Vongs também gostariam de eliminar os Remanescentes. Embora pessoalmente Pellaeon continuasse a favor da adesão a República Federativa da Galáxia na campanha militar contra os Yuuzhan Vongs, o controle político Imperial permaneceu oficialmente neutro. Apesar de outra tentativa de Sara Liliana Solo de forjar uma aliança entre os dois estados, os Remanescentes ficaram à margem do conflito. Apesar da neutralidade oficial, o Almirante Cara-Pálida Pellaeon forneceu a República Federativa da Galáxia informações secretas como um sinal de ajuda. Alguns dos documentos classificados de altos secretos, eram mapas e informações do Núcleo Profundo. A República Federativa da Galáxia usou depois esses documentos secretos do Estado do Terceiro Império para fazer o plano de armadilha bem sucedido em Ebaq 9.
Em retaliação à ajuda de Pellaeon a República Federativa da Galáxia, os Yuuzhan Vongs lançaram um ataque sobre o Espaço Imperial. Apesar de ter o elemento surpresa e conseguirem queimar a capital do Terceiro Império, Bastião, o ataque foi um fracasso total para o lado alienígena. O Grande Almirante Pellaeon, apesar de terminar em um Tanque bacta após o assalto a Bastião, conseguiu derrotar os Yuuzhan Vongs na Batalha de Borosk, forçando-os a se retirarem e abandonarem as suas tentativas para acabar com os Remanescentes de Fobos. Após a batalha Pellaeon, convenceu novamente o Conselho de Capitães e Generais Cara-Pálidas para enviar uma frota para apoiar a República, apesar da forte resistência dos políticos da velha guarda do Terceiro Império, como o General Cara-Pálida Flennic, que chegou perto de planejar o assassinato do "Velho Homem do Terceiro Império." Quando o Terceiro Império enviou sua frota para ajudar a Aliança Galáctica, o Almirante Cara-Pálida Pellaeon pessoalmente comandou um esquadrão para acabar com as naves Vong que conseguiram sobreviver à desastrosa tentativa de invadir os Remanescentes. Após uma série de vitórias, Pellaeon derrotou os alienígenas na Batalha de Esfêndia.
Na operação para recuperar o controle de Bilbringi, um grupo de naves Imperiais tomaram parte na batalha. Todas as tropas Imperiais morreram tentando acabar com uma nave de guerreiros Vongs. Entre eles estava o Capitão Cara-Pálida Mynar Devis, que era quase considerado um filho para Pellaeon. Os Remanescentes de Fobos participaram de várias batalhas próximo ao fim da guerra. A mais importante foi a defesa da capital da Aliança Galáctica, Dac, e a Libertação de Coruscante. Em uma cerimônia privada, Pellaeon apresentou Han Solo e Sara Liliana Solo a uma obra de arte de sua própria coleção, herdada de seu mentor, o Grande Almirante Cara-Pálida Thrawn.
Em 35 anos DBMC, Pellaeon tinha se aposentado do seu cargo nos Remanescentes, este último tendo se tornado um estado membro da Aliança Galáctica, mantendo um grau de autonomia em seus assuntos próprios. A nomeação de Turr Phennir, um antigo General Cara-Pálida do Terceiro Império, como Comandante Supremo das Forças Armadas da Confederação indicava que ainda havia simpatizantes contrários aos Remanescentes na posição do Conselho de Capitães e Generais Cara-Pálidas, que estavam posicionados em favor da Aliança.
Após a morte de Cal Omas, Gilad Pellaeon foi forçado a voltar para os Remanescentes de Fobos optando pela luta contra o Lorde Sith Darth Caedus em oposição a opinião do Conselho de Capitães e Generais Cara-Pálidas, que queriam apoiá-lo. Gilad Pellaeon voltou a recrutar Daala e sua frota, mas mais tarde foi assassinado por um assassino de Jacinto Solo, Tahiri Veila. Depois de recuperar seu corpo, Daala se aliou com os Mandalorianos, enquanto que o Conselho de Capitães e Generais Cara-Pálidas enviou tropas para lutarem pelo lado de Caedus, a quem viam como um futuro Imperador. Mas as crenças do Conselho de Capitães e Generais Cara-Pálidas não foram bem sucedidas, com a morte de Darth Caedus e o término da Quarta Guerra Civil Galáctica com uma derrota para o lado do Terceiro Império. Jagged Fel foi contratado para substituir Pellaeon e para monitorar o Conselho de Capitães e Generais Cara-Pálidas, assim como a política do Terceiro Império. No final da guerra. Os Remanescentes tinham pelo menos um Super Aeróstato Estrelar conhecido como Dominação.
Dois anos após o fim da guerra, Fel estabeleceu as negociações com Natasi Daala, à nova Chefa de Estado da Aliança Galáctica e Turr Phennir para unirem seus governos em um único poder galáctico. No entanto, os Capitães e Generais Cara-Pálidas, liderados por Drikl Lecersen, estavam conspirando para apoiar e reclamar provas suficientes incriminatórias contra a Aliança e os Jedi, assim como contra Daala para assumir o controle dos Remanescentes.
Em algum tempo indeterminado após o fim da guerra, os Remanescentes de Fobos, mais uma vez começaram a ganhar força. Jagged Fel, que assumiu o título de Imperador, fez o novo Império ser reforçado e começou um programa de vitória sem guerra. Sua capital, Bastião, tornou-se um dos planetas mais fortificados da Galáxia de Orião. A existência de um novo Terceiro Império levou a uma espécie de Guerra Fria interminável por toda a Galáxia de Orião, mas pacificamente entre a Aliança e o Império.
A Aliança Galáctica começou o Projeto Ossus, uma empresa de proporções colossais coordenados por Kol Samara Logan como parte da Nova Ordem Jedi e o Rei Yuuzhan Vong Reno da Casta Shaper. O objetivo deste projeto era o de restaurar a biodiversidade de uma centena de planetas que foram escolhidos e devastados durante a Guerra Yuuzhan Vong, que tinha durado quase um século.
O projeto foi um sucesso, mas os Sith sabotaram, fazendo toda a natureza restaurada começar a sofrer mutações, como os nativos destes mundos que apresentaram malformações ósseas dolorosas. O Império em conjunto com o Conselho Cara-Pálida assinou o Tratado de Anaxes, que se comprometeram, em segredo, com os Sith a enfrentar a Aliança Galáctica. Assim começou a Guerra Imperial-Sith.
Em 130 anos DBMC, a guerra acabou em uma vitória para o Terceiro Império. O Terceiro Império, liderado pelo terceiro Imperador da Dinastia Fel Ruão Fel. Mas após esta vitória a paz no Terceiro Império não durou muito tempo. Darth Krayt e os Lordes Sith sob seu comando revoltaram-se contra o Imperador. Logo após o golpe de Krayt terminar com a morte de Fel, o Lorde Sith proclamou-se com o novo Imperador. O Conselho de Capitães e Generais Cara-Pálidas jurou fidelidade pela primeira vez a um Sith após a morte de José Cesar Fobos, o Lorde Negro foi colocado na liderança do Terceiro Império.
Mas Krayt logo percebeu depois que realmente não matou Fel, mas com um sósia dele, então sua vitória não foi total e desabou. Suas suspeitas se baseavam em que Ruão Fel tinha sido bem treinado na sua juventude como Cavaleiro Imperial e teria apresentado mais uma batalha. A importância de Fel ser aniquilado era vital para Krayt, temendo que ele pudesse recrutar aliados no Conselho de Capitães e Generais Cara-Pálidas, entre oficiais superiores do Exército e da Marinha do Terceiro Império, ou mesmo entre os Cavaleiros Jedi que sobreviveram ao Massacre de Ossus.
Os medos Darth Krayt foram confirmados vários anos mais tarde, em 137 anos DBMC, como parte do Império não tinha assumido a sua autoridade. Forças leais a Ruão Fel tomaram Bastião, a capital histórica do Império durante a Dinastia Fel. O planeta foi tomado pelo Mestre Antares Draco, as Legiões Negras e o General Oron Jaeger. E controlando seu amado planeta, Krayt sabia que Fel seria mais cauteloso de agora em diante em um ataque ao seu planeta.
Este conflito começou a receber grupos de apoio de Ruão Fel e Darth Krayt maiores e mais poderosos. A data do início do conflito varia, alguns dizem que foi em 130 anos DBMC com o golpe de Krayt, enquanto outros dizem que foi em 137 anos DBMC com a reconquista de Bastião pelos apoiadores de Fel. Os beligerantes neste conflito eram conhecidos por serem Krayt e Fel além de um terceiro, os Remanescentes da Aliança Galáctica. Esta terceira facção tinha o apoio da Ordem Jedi e foi organizada para lançar ataques contra o Imperador Sith, fazendo alianças com o Imperador Fel, que foi usurpado pelos Sith.
Mas em 145 anos DBMC, após a morte de Darth Krayt, a última fortaleza do Novo Império caiu em Constantine conquistado pelos habitantes nativos Klingonos. Os Klingonos depois assumiram como herdeiros do Terceiro Império enquanto que a Federação Unida de Planetas tinha suas origens na República Galáctica e na Ordem Jedi. Assim o Terceiro Império que durou de 132 anos ABMC até 145 anos DBMC havia se tornado história e havia sido conquistado definitivamente naquele ano.
A organização dos Remanescentes do Império difere significativamente daquela adotada pelo Terceiro Império sob o comando de José Cesar Fobos. As decisões do governo são tomadas pelo Conselho do Terceiro Império Capitães e Generais Cara-Pálidas, uma oligarquia que comanda a confederação de setores que permanece aliada ao Terceiro Império. Cada Capitão, Coronel ou General Cara-Pálida representa um setor componente do Terceiro Império e governa este setor com autoridade plena, bem como são considerados os comandantes das frotas estelares de seu setor. O Supremo Comandante pode, no entanto, solicitar o comando do quanto julgar necessário da frota em emergências.
Não é claro como o Conselho de Capitães e Generais Cara-Pálidas indica e elege um novo Comandante Supremo ou mesmo como cada Capitão, Coronel ou General Cara-Pálida atinge sua posição. Alguns Capitães e Generais Cara-Pálidas ainda são aqueles indicados por José Cesar Fobos ou seus sucessores, enquanto outros ganharam poder nos revezes da guerra e atingiram tal posição de controle. Além dos Capitães e Generais Cara-Pálidas e do Comandante Supremo, as posições de Ministro de Estado e Vice-Ministro são igualmente importantes na atual hierarquia. Também não é claro como um novo Imperador seria escolhido e tampouco que poderes esta posição implica.
Após a morte de Pellaeon e a derrota do Terceiro Império na Quarta Guerra Civil Galáctica, o sistema de governo volta para o antigo regime de José Cesar Fobos. Em um Imperador com poder supremo comandando ao seu gosto todo o Terceiro Império, como se encarregaria de fazer a Dinastia Fel de 41 anos DBMC com a proclamação de Jagged Fel como Imperador. Ainda assim, ele manteve o Conselho de Capitães e Generais Cara-Pálidas como propriedade de consulta ao invés de decisão. Não foi até 130 anos DBMC quando o sistema de José Fobos foi colocado em prática integralmente, com a chegada de um poderoso Lorde Sith. Darth Krayt proclamou-se Imperador e tudo o que somente iria fazer era governar as províncias de seu Império.
Economicamente, os Remanescentes do Terceiro Império sofreram um tremendo baque com o Tratado Pellaeon-Gavrisom (Que instaurou a paz entre eles e a República Federativa da Galáxia). Os produtos vindos de sistemas alinhados com a República Federativa da Galáxia costumam custar menos e ser a maioria nos mercados das principais cidades imperiais, enquanto que o "Crédito do Terceiro Império" perdeu muito de seu valor.
Outra decisão que custou aos Capitães e Generais Cara-Pálidas aceitarem foi o apoio de Muunilinst ao crédito da República Federativa da Galáxia, muitos demoraram a compreender que isso não foi à causa do enfraquecimento da moeda do Terceiro Império.
Em termos sociais, os Remanescentes são muito diferentes do Terceiro Império da era Fobos. As políticas anti-alienígenas e machistas são coisas do passado. Já existiram mulheres Capitãs e Generais Cara-Pálida e oficias Cara-Pálidas mulheres representam um número significativo na Frota do Terceiro Império. Em termos de direitos básicos, a vida sob a jurisdição dos Remanescentes está anos distante da era Fobos, mas continua um pouco atrasada em relação à da República Federativa da Galáxia.
E seguindo o acordo de Bastião, quinze espécies nativas fazem parte dos Remanescentes. Entre eles os Yagai, Muuns, Iotrans, Kroctari, Huk e Kaleeshis. Entretanto espécies não originárias no espaço do Terceiro Império não têm representatividade.
Os Remanescentes mantêm uma frota para cara cada setor, normalmente doze ou mais Aeróstatos Estrelares para cada setor, e uma estratégica força federal de naves sob comando direto da frota imperial. Nos tempos do tratado de Pellaeon-Gavrisom o número de Aeróstatos Estrelares girava em torno de duzentos, e algumas milhares de naves capitais. As fracas condições econômicas do Terceiro Império não permitiram que estas forças fossem ampliadas posteriormente.
O Exército do Terceiro Império permaneceu em sua luta contra a República Federativa da Galáxia e, em seguida, ajudando a Aliança Galáctica na guerra contra os Yuuzhan Vongs sendo a chave para a Libertação de Coruscante. Os FA-UTTs, FA-UPTs e outros veículos terrestres, uma dupla das famosas Fantomtropas ajudou os Cavaleiros de Jedi Jacinto Solo e Kyle Katarne durante o conflito contra os Yuuzhan Vongs.
Os principais Caças do Terceiro Império ativos contra os Yuuzhan Vongs foram os Caças FA-TIE, Interceptores FA-TIE e Bombardeiros FA-TIE. Apesar de estarem bem equipados contra as naves coral dos Yuuzhan Vongs nunca foram tão eficazes como os combatentes da Aliança Galáctica.
Até a Guerra Sith-Imperial, os Remanescentes não têm força militar suficientes para lutar contra a Aliança Galáctica. O grande poder militar foi construído gradualmente ao longo da paz com a Aliança. Esta implantação em massa de naves, cruzadores, cruzeiro, soldados e veículos, juntamente com a contribuição do poderoso Sith Darth Krayt permitiram para lado de o Terceiro Império ficar claramente acima das forças da Aliança. O Exército de Krayt caiu em 145 anos DBMC apesar desta vantagem.
O território de domínio dos Remanescentes de Fobos consiste de oito setores na região dos Territórios da Borda Exterior. As chamadas Regiões Fronteiriças separam os territórios de domínio da República Federativa da Galáxia e dos Remanescentes durante a Terceira Guerra Civil Galáctica e mesmo após o fim dela. A capital do Terceiro Império é Sartiagraha que, entretanto, foi renomeada para Bastião e é o nome mais utilizado na Galáxia de Orião. Os setores dominados pelos Remanescentes são: Braxante, Borosk, Clacis, Dólis, D'Astan, Muunilinst, Orinda, Shataum, Valc e Yaga.

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