O Tanque Sentinela de Alta Velocidade (Abreviado Tanque S.A.L.V.) era um tanque com rodas usado pelo Grande Exército da Novíssima República sendo projetado para atravessar o terreno duro, como pântanos ou paisagens com lagos. Foi desenvolvido pela OCP em estreita colaboração com a companhia Indústrias Arakyd sendo desenvolvido durante as Guerras Replóides como uma variante dos Rápidos BARC para os Replóides da Novíssima República Galáctica e produzido pela Manufatura Uulshos. Ele se movia usando rodas com correias de tanque e usando um turbocomprensor, razão pela qual ele era um dos veículos terrestres mais versáteis do exército. O tanque lutou na Batalha de Kashyyyk e na Batalha de Felúcia.
O Tanque Sentinela de Alta Velocidade era um modelo de tanque do pântano com rodas blindado que conseguia em qualquer terreno distante até o outro lado e era particularmente adequado para o terreno pantanoso. Com um comprimento de cinco metros ele era um pouco mais longo do que o seu modelo anterior, o Rápido BARC. Ela tinha uma estrutura simétrica e era dividido por uma barra estabilizadora no meio. Este suporte longitudinal ligava o conjunto do tanque veículo com o turbocompressor. Duas plataformas interligadas formavam sua estrutura básica. Havia uma placa semicircular frontal, na qual estavam montadas as armas do veículo. Esta seção estava ligada ao corpo principal do veículo por vários membros, que também era semicircular. Em ambos os lados havia placas de blindagem não apenas para protegerem os ocupantes do S.A.L.V. da lama ao redor, mas também do fogo inimigo. No entanto, eles estavam cobertos apenas pela frente, no entanto, estavam desprotegidos contra ataques de cima ou do lado. Nas ruas de uma cidade ou através da selva densa, o S.A.L.V. poderia fugir manobrar ou fazer qualquer coisa ao seu alcance.
Dentro de uma parte blindada do tanque estavam os dois pilotos. Os ocupantes da Sentinela de Alta Velocidade sentavam-se em assentos com as mãos em seus comandos para controlarem os seus sistemas. Os pilotos eram mantidos com cintos de segurança para não serem atirados para fora em uma frenagem brusca. Construído com um projeto modular, deixando que os técnicos da Cobra substituíssem facilmente e reparasse as unidades de batalha danificadas com uma máxima eficiência. Havia monitores para monitorar as várias funções do veículo. Além dos pilotos, haviam aberturas de saída de ar em ambos os lados direcionais traseiros deixando que o motor do tanque não ficasse superaquecido. Havia um turbocompressor central atrás deles. O controle do tanque era impulsionado tanto pelo seu repulsor, quanto através de sua turbina na traseira. Para os pilotos, era possível acelerar o veículo até 100 km/h através da inversão de impulso deixando que o tanque S.A.L.V. rodasse rapidamente. O piloto manobrava o veículo alterando o vector de saída das poucas emissões de ar produzidas pelo ventilador. Embora muitos pilotos especializados fossem selecionados para pilotar os Tanques S.A.L.V., o projeto da cabine era simples o suficiente para quase qualquer Soldado básico entender e operar. Eles conseguiam percorrer curvas mais apertadas e fazer manobras mais precisas do que outros veículos do Exército da Novíssima República. Através do tanque, os pilotos Replóides faziam a varredura do terreno com um escaneador de terreno á laser adaptável. Os sensores estavam montados em ambos os lados dos chassis. Contanto, não eram afetados por irregularidades e terreno inseguro. O veículo poderia atravessar qualquer terreno, apesar de sua boa adequação para o terreno pantanoso. O veículo inteiro era decorado em tons de negro tendo marcas de cor vermelha.
O S.A.L.V. foi desenvolvido para atender a duas necessidades distintas no campo de batalha, anti-pessoal e armadura pesada. A tripulação do Tanque Sentinela de Alta Velocidade consistia de um piloto e um artilheiro. Enquanto o piloto operava dos controles do painel de direção, o artilheiro operava as armas no painel ao lado. Em ambos os lados laterais do S.A.L.V., havia Canhões Blasters duplos que conseguiam eliminar as tropas de infantaria sendo forte o suficiente para causar danos em alvos maiores. Eles também eram usados contra alvos levemente blindados e causavam danos em alvos com uma correspondência exata de blindagem grossa. Havia também um Canhão central que disparava tiros maiores e melhores contra alvos blindados e maiores como tanques. Ele era particularmente eficaz como foi provado sendo usado contra s Plataformas de Mísseis Pesadas da União Koopa e Tanques de Assalto Nokama. A parte do canhão central era giratória e poderia se mover de cima para baixo. As armas podiam disparar continuamente, sem superaquecimento. Seu alcance máximo efetivo era de 100 metros. O piloto do S.A.L.V. poderia levar até 55 kg de carga e suprimentos para um dia á bordo de transporte.
• Marcos-0 (Protótipo): Este era o primeiro tanque de combate da linha e que altamente sofisticado desenvolvido pela OCP, com a redução convés da cabine (Para o piloto e um artilheiro), sistema de roda modular e um dispensador de cápsula de ataque. Na época, a Cobra não tinha orçamento para tais veículos caros de campo, por isso a OCP acabou por produzir um modelo muito mais barato e em escala reduzida—O Marcos-I. O Marcos-0 nunca foi construído em grande escala e que nunca viu ação militar. Esta moldura seria usada para desenvolver o Marcos-II.
• Marcos-1: Este é o Tanque S.A.L.V. preto icônico. É rápido com um perfil elegante, mas é levemente blindado, por isso era mais do que um veículo de combate blindado e um verdadeiro tanque de batalha. Geralmente—A despesa e a facilidade de manutenção torna este modelo uma plataforma de combate bem produzida e usada desta forma dentro da força terrestre da Cobra—Até hoje.
• S.A.L.V. Séptico: Este é o Marcos-I modificado com produtos químicos de guerra. Possui um tanque de resíduos tóxicos que é lançado de uma mangueira. Ele é usado pelos Víboras-Toxo.
• Tipo Ártico: Este é o éter de Marcos-I ou II. Esta versão foi reformada com proteção de tempo frio sendo pintado de branco.
• Tipo carmesim: Este é o éter do Marcos-I ou II, mas pintado de vermelho e usado pela Guarda Carmesim.
Desde que os andadores pesados do Grande Exército da Novíssima República afundavam em terreno pantanoso, e eram, portanto, inúteis como apoio para unidades de infantaria, o alto comando dos Replóides deu o desenvolvimento do Tanque S.A.L.V. ara superar isso. Além dos PAIs, ele deveria aliviar a artilharia de apoio existente dos FA-ATB e FA-AMAP, também surgiram vários modelos de repulsores, cuja versão mais comum era o Rápido BARC da Aratecâ. Para ser devidamente equipada para qualquer ambiente, a companhia desenvolveu em cooperação com as Indústrias Arakyd e a Fabricação Uulshos, o Tanque S.A.L.V. do pântano. O veículo agia além de sua função de apoio de infantaria como um veículo de patrulha e destacou-se devido à sua capacidade de manobra e velocidade. O Tanque S.A.L.V. foi introduzido depois durante as Guerras Replóides.
Durante a Batalha de Queel, os Replóides usaram as Sentinelas de Alta Velocidade contra o exército de Koopas da Rajada na Escuridão. Sob a liderança das Jedi Maria Isabel Samara e Liana May Xiang, eles lutaram contra Koopas em Tanques Girida-o nos pântanos do planeta. Aqui estavam sob o fogo dos Orcs e de suas armas pesadas. Depois que a Padawan Lênina de Samara tinha matado as unidades de artilharia, eles conseguiram decidir a batalha no pântano e se prepararem para atacar o centro de comando dos Koopas. No último ano da guerra, o Mestre Jedi Yoda usou os Tanques S.A.L.V. do Corpo de Elite 41 de Replóides como um veículo de patrulha, pois ele era adequado para a paisagem pantanosa de Kashyyyk. Enquanto a tripulação dos veículos trabalhava juntamente com os Wookiees, que estavam pilotando os Jatos Oevvaor Catamarã e Flutuembarcações Raddaugh Gnasp. Eles lutaram contra Tanques Nokama e Aeróstatos durante a batalha para defender Kachirho. Ao mesmo tempo, uma Mestra Jedi usava alguns Tanques S.A.L.V. como escolta para uma coluna de FA-UTR e FA-UPA que atravessavam as densas florestas fúngicas do planeta durante a Batalha de Felúcia. Após a Proclamação da Terceira Ordem e a Ordem 666 e a introdução do Exército do Terceiro Império, os Tanques S.A.L.V.s restantes foram parar nele. Vários veículos destes estavam em posse de organizações criminosas, tais como o Sol Negro ou o Cartel Hutt durante a Terceria Guerra Civil Galáctica.
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