domingo, dezembro 22, 2013

Dróides: Dróide Astromecânico Série-R8

Dróide Astromecânico Série-R8
O Dróide Astromecânico Série-R8 era uma parte da linha de Dróides Astromecânicos Série-R do Autômato Industrial. Este modelo foi produzido durante o governo da República Federativa da Galáxia, após a morte do Grande Almirante Cara-Pálida Thawn. Este também foi o único astromecânico da Série-R que não tinha um "Olho" sensor, e o invés disso contava com uma pequena antena parabólica em sua cúpula.
Durante seu desenvolvimento, houve rumores de que a unidade R8 seria o primeiro astromecânico do Autômato Industrial que falaria em Básico, embora o produto final se comunicasse em Línguadróide. Ele vinha com um sistema de comunicação de freqüência total como equipamento padrão, tornando-se (Juntamente como a famosa unidade astromecânica R2) uma opção recomendada para aqueles que precisavam de recursos de interface de comunicação de longo alcance.
O R8 foi projetado para ter o poder de pilotagem do R7 sem se concentrar somente nos antigos Asas-E, assim como ter a utilidade, a versatilidade e acima de tudo a personalidade dos antigos dróides da Série-R. O R8 era melhor com reparos, navegação e pilotagem do que qualquer outro dróide da Série-R, uma vez que o seu aparelho de personabilidade fosse muito superior. Além disso, em situações de emergência, o R8 conseguia realmente pilotar pequenas embarcações (E embarcações de médio porte se fosse programado para isso), com muita habilidade diretamente do seu encaixe de astromecânico ou quando estava conectado a um terminal de computador, embora a pilotagem dinâmica e o pensamento intuitivo fossem era uma atualização. Semelhantemente aos contrabandistas de juros, piratas e outros que poderiam apreciá-lo, um R8 conseguia operar o armamento de pequenas naves, com capacidades possivelmente até mesmo se igualando a um tripulante orgânico. Externamente, o R8 se parecia com qualquer dróide da Série-R. No entanto, de acordo com a frase de "Retorno às raízes", a cabeça do R8 teve mais uma vez um formato de cúpula igual à Série-R2. Ao invés da concha metálica de modelos antigos, a cabeça e o corpo dos dróides R8 eram compostos de plasaço coberto com um "Gel" tendo uma coloração no estilo de plasaço para fins estéticos. Até aqui, muito parecido como o seu antecessor R6, o R8 vendeu incrivelmente bem. Contudo, antes do Autômato industrial anunciar o novo modelo, ele correu um grande risco ao produzir as peças necessárias para o R8. A aposta pagou em espadas. O jogo de azar tinha valido em espadas.
Embora o lançamento inicial do altamente especializado dróide R7 do Autômato Industrial fosse um sucesso moderado, graças aos ataques contínuos dos Remanescentes de Fobos e mais tarde a guerra com os Yuuzhan Vong, a linha de dróides R7 conseqüêntemente e inevitavelmente ficou obsoleta quando os Asas-E da República Federativa da Galáxia foram eliminados a favor modelos mais novos. Como resultado, a companhia decidiu vender o poder de processamento incrivelmente versátil e poderoso da Série-R7 e "Retorno às raízes", como era a frase da companhia para o novo dróide. A Série-R8 nasceu.
Unidades R8 eram vendidas a um canal de dróides no mundo do Terceiro Império de Bastião, pouco antes da assinatura do Tratado Pellaeon–Gavrisom. Estas unidades eram usadas por Lando Calrissiane e Han Solo para bloquear os sensores do Terceiro Império que os perseguiam além do mundo.

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