Dróides Hospitaleiros Série-GG eram dróides de protocolo, projetados pela CorpoAdas para atuarem como recepcionistas, atendentes e secretários. Sua introdução marcou um novo nível nas relações Humana-cibórgue que os dróides de protocolo de seu tempo não poderiam ter.
Um novo modelo sobre o papel tradicional do dróide de protocolo, os dróides Série-GG se concentravam menos no conhecimento bruto e interagiam mais com os seres vivos. Embora um pouco mais caros do que os dróides de protocolo padrão, eles eram cobiçados pelas grandes corporações que desejavam oferecer seus serviços aos seus clientes sem ocupar o tempo dos funcionários biológicos. Mas as corporações logo descobriram que os dróides Série-GG eram apenas uma solução parcial para este problema: os consumidores ficaram muito ressentidos com a presença destes dróides, pois para eles, eles eram simplesmente outra parede entre uma companhia e os seus consumidores. Como resultado, os dróides de protocolo Série-GG foram recebidos muito bem em ambientes onde eles não substituíam os funcionários biológicos, mas ao invés disso atuavam como intermediários que acompanhavam os visitantes para receber um representante vivo da companhia, como GG-36 no mundo bancário de Telerath.
Corporações também usavam Dróides Hospitaleiros Série-GG em seus gabinetes corporativos como recepcionistas, especialistas em comunicação e dróides secretários para os executivos de alto nível, até que um escândalo revelou que a CorpoAdas havia plantado comandos de rotina nos processadores dos dróides vendidos para outras companhias, deixando que os dróides hospitaleiros espionassem os seus proprietários e relatassem de volta para CorpoAdas.
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