segunda-feira, agosto 20, 2012

Planeta Chandrila

Chandrila
Chandrila foi o segundo planeta do Sistema Chandrila do Setor Bormea, localizado nos Mundos Centrais e na Rota Comercial Perlemiana. Foi o mundo natal de Mon Mothma, líder da Aliança Rebelde e mais tarde da Nova República. ChandrilTec tinha sua sede central aqui.
Nos dois continentes principais do exuberante mundo agrícola, estavam montes com suaves planícies de plantas e ervas. Era um mundo confuso, que mantinha um clima temperado durante todo o ano, com invernos suaves e verões quentes. As estações secas vinham inseridas com chuviscos acelerados, que impedia as secas. Inclusive seus ventos eram suaves. Os chandrilanos viviam em harmonia com a natureza, desde que nasciam eram educados a se manter em equilíbrio com o ecossistema. Em suas cidades, podia se ver: Squalls, Tenros e Lagomorfos peludos protegidos pela lei contra a caça.
Em Chandrila havia gigantescos cânions de cristal, com pontes ocas que os interconectaram. Aqui se encontrava a tumba de um importante Cavaleiro Jedi chandrilano. As vistas do planeta incluíam o Parque Estatal Gladean, uma reserva natural próxima a Hanna, a Academia Militar Comemorativa de Brionelle e um imóvel de propriedade da Aliança Rebelde fundado por Mon Mothma à margem do Lago Sah'ot. Localizado justo na costa de um espetacular recife de coral de Hanna.
Os habitantes da Chandrila eram principalmente Humanos (96%). Devido à lei de planejamento familiar do governo, o índice de natalidade em Chandrila era extraordinariamente baixo, mantendo a população mundial de mil duzentos milhões sob controle, dedicando-se em parte ao equilíbrio do ecossistema e meio-ambiente. Preferiram viver em pequenas comunidades disseminadas, ao invés de grandes metrópoles. Os lares familiares sempre cuidavam de um jardim de flores, um lago de peixes, colméias de insetos e alguns outros símbolos de beleza natural.
Todos os cidadãos tinham voz direta no governo, e eram conhecidos pelas fortes discussões políticas entre eles. As praças dos povos estavam equipadas com rotundas públicas para tais debates. O planeta era governado pela democrática Casa Chandrilana. Era tão forte o valor popular da democracia que durante o regime Imperial, o governador Gerald Weizel decidiu não dissolver a Casa Chandrilana. Embora os debates fossem em sua maior parte civis, algumas vezes se aqueciam o suficiente para usar a violência. Embora Chandrila tivesse pouca experiência em guerra aberta, alguns nativos eram conhecidos por fomentar brigas e inclusive tentativas de assassinato, desenvolvimento armas pessoais tais como a adaga de dados.
Os chandrilanos ganharam a reputação por toda a Galáxia de serem arrogantes e respondões, em parte devido a seus detalhes sobre sua educação política e os seus debates. Como Chandrila era um mundo de clima perfeito com vida animal doce, os chandrilanos nativos não estavam familiarizados com privações e a luta pela vida em ambientes menos confortáveis. Entusiastas por compartilhar seu paradisíaco modo de vida, se encontravam desconcertantes quando suas idéias eram debatidas. Tipicamente, os que deixavam seu mundo natal, encontravam emprego como diplomáticos, negociadores ou artistas.
Durante 25.000 anos, a história da Chandrila era tão obscura como o seu clima. Nunca durante sua permanência na República Galáctica foi cenário de alguma batalha importante, desastre ecológico ou deterioração industrial. Importavam a maioria de seus bens manufaturados, sendo um próspero mundo agrícola, tranqüilo e com uma forte economia. O Programa Legislativo Juvenil, uma dissimulação do Senado para meninos, reunia-se em Chandrila para destacar o discurso político entre a juventude. O planeta foi também o local de um Templo Jedi de reuniões e de uma tumba de um Mestre Jedi desconhecido. Ao final das Novas Guerras Sith, o mundo foi conquistado pela Irmandade da Escuridão.
O planeta permaneceu leal à República durante as Guerras Clônicas. Depois da aprovação por parte do Senado Galáctico da emenda que outorgava poderes emergenciais a Palpatine, o Almirante Hiram Drayson foi destituído de seu cargo à frente da Frota de Defesa da Chandrila e foi substituído por Kohl Seerdon, um chandrilano leal a Palpatine. A Senadora nativa Mon Mothma, cuja mãe foi à governadora Tánis Mothma e seu pai foi o árbitro geral da República, converteu-se em uma das críticas mais eloqüentes e esplêndidas do Imperador Palpatine depois que este se recusou a renunciar seus poderes emergenciais; e continuou dizendo o que pensava contra ele depois da formação do Império Galáctico. Mon Mothma que tinha sido designada para o Comitê de Leais foi finalmente declarada traidora.
Sob a Nova Ordem, a Casa Chandrilana foi fiscalizada pelo Governador Imperial Grandon Holleck, finalmente foi substituído pelo frio General Weizel; que governava da base Imperial nos subúrbios da Hanna, a capital da Chandrila. Weizel respondia perante o agora Moff Kohl Seerdon.
Canna Omonda foi nomeada representante de Chandrila no Senado Imperial depois da "Demissão" de Mon Mothma daquele cargo. Quando a Senadora Omonda criticou ao Imperador por dissolver por Senado, Palpatine condenou Omonda por traição e enviou três Destróieres Estelares para Chandrila para detê-la; sua execução pública foi feita durante a semana festiva de Coruscante. Depois da vitória da Aliança Rebelde em Endor, o Moff Kohl Seerdon ficou furioso. Embora o roubo de TT-TP de Endor não guardava relação alguma com a Chandrila, escolheu o mundo como objetivo de sua represália. Atacando seu próprio mundo natal, enviou esquadrões de Caças TIE e Bombardeiros TIE para atacarem a capital e isolá-la com muros.
Para evitar a perda da cidade, a Aliança Rebelde enviou um Destróier Encouraçado escoltado pelo Esquadrão Roque. O destróier transportava fornecimentos vitais para evitar os construtores de muros. Depois de alcançar a cidade, o Esquadrão Roque expulsou à maioria das forças atacantes Imperiais. Eles evacuaram a cidade com Lançadeiras Rebeldes Classe-Lambda, ganhando a batalha.
Mais tarde, o Império instaurou tarifas muito altas no Setor Bormea, as quais estavam claramente destinadas a ferir Chandrila, um dos maiores exportadores agrônomos dos Mundos Centrais. Seis meses após da Batalha do Endor, o Império fez um ataque enviando sete Destróieres Estelares dirigidos para Chandrila aonde queriam criar um rigoroso bloqueio no planeta. O motivo de tal operação era desconhecido, mas acreditavam que o Grande Vizier Sate Pestage podia ter planejado tomar Chandrila como reféns no caso de as forças da Nova República conseguissem ameaçar Coruscante. Deste modo, o plano fracassou. Pouco depois da queda Imperial de Coruscante, Chandrila foi liberado pela Nova República.

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