sábado, novembro 24, 2012

Naves estrelares: Carro das Nuvens Tempestade IV

Carro das Nuvens Cápsulas-Gêmeas Tempestade IV
Carro das Nuvens Cápsulas-Gêmeas Tempestade IV era um veículo de repulsão que foi amplamente usado na Cidade das Nuvens na época da Guerra Civil Galáctica. Ele foi o primeiro modelo que era oficialmente listado como um Carro das Nuvens.
O Tempestade IV foi produzido pelos Motores Bespin, a maior fabricante dos Carros das Nuvens. Este Carro das Nuvens Cápsulas-Gêmeas tinha duas cabinas, uma para o piloto e outra para um atirador ou um passageiro. Como todos os Carros Nuvens este modelo possuía uma velocidade muito alta na atmosfera devido à combinação de motores de íons, neste caso, uma versão leve do Quadex Kyromaster, e Repulsores da Incom Tx-2. O Quadex Kyromaster deixava o Tempestade IV deixado aberto para que o aquecimento do motor não atingisse o máximo durante o vôo.
O Tempestade IV era equipado com Canhões Blasters individuais e também uma blindagem. Estes eram inadequados em situações de guerra reais, mas os Carros Nuvens eram usados perfeitamente para a patrulha. Os jatos as naves eram conseguiam superar as das naves menores. Ambas as armas, como a blindagem poderia ser substituídas se necessário, por modelos sólidos, se assim o fosse necessário.
A Guarda Asa da Cidade das Nuvens usava a Tempestade IV para a patrulha de naves do espaço aéreo de Bespin, nas naves das plataformas de inspeção e para orientá-las até a sua plataforma de desembarque.
Os pilotos dos Carros das Nuvens que usavam roupas brancas com capacetes vermelhos e brancos também fizeram parte da Guarda Asa.
Quando a Falcão Milenar visitou a Cidade das Nuvens em 163 anos ABMC, foi escoltada dois Carros das Nuvens Tempestade IV que levaram a nave até a Plataforma de Desembarque 327.
Após a aquisição da Cidade das Nuvens pelo Império Galáctico, a Motores Bespin tentou vendê-los Tempestade IV para outros lugares.

Naves estrelares: IG-2000

IG-2000
A IG-2000 era a nave "Roubada" por IG-88D durante a fuga dos Laboratórios Holowan. Uma excelente nave para contrabandear e matar, a nave já lutou contra a Gilete do Espaço, a Falcão Milenar, a Escravo I, entre outras.
Inicialmente criada para que os dróides assassinos IG-88 a usassem para servir o Império. Com o erro e a revolta dos IG-88, eles pegaram a nave feita especialmente para eles, e fugiram. Após a fuga para Mechis III, a nave foi dada à IG-88B, que trabalharia de Caçador de Recompensas.
Estava equipada com um único motor de íons Galáxia-15 da EPK que foi roubado de uma fragata Nebulosa-B, e retirava sua energia e o seu dos três núcleos de força Quadex. Eles davam ao IG-2000 uma incrível velocidade sub-luz que alcançava a Escravo I mesmo muito personalizada por Boba Fett.
No caso de um sobrecarga de energia, a cobertura do motor tinha oito respiradores que transferia as descargas aos núcleos de força. Um par de barbatanas que se estendiam melhoravam maneabilidade da nave. Em condições normais de vôo, as funções do casco eram retratáveis, mas quando estavam em combate se estendiam. As barbatanas continham vários saqueadores que ajudaram a nave nas manobras atmosféricas e na frenagem.
Devido a que IG-88 não tinha medo dos efeitos gravitacionais de bruscas manobras, os compensadores de inércia da nave eram muitas vezes apagados, isto permitia ao dróide de fazer manobras bruscas que geralmente matariam um piloto orgânico.
A nave tinha dois Canhões Laser, um Canhão de Íons, que estava localizado sob a cabine, e dois projetores de raio trator que estavam contidos nas mandíbulas frontais. Normalmente, IG-88 usava o Canhão de Íons para desativar naves inimigas, e depois usar o raio trator para manobrar a nave para que se alinhasse com o bloqueio, onde quatro Drones de Assalto eram guardados e usados como exploradores avançados para ações de embarque no caso de seus alvos não quisessem se render. O IG-2000 também continha equipamentos de comunicação e computadores avançados que o permitira a IG-88 usar suas habilidades de programação para tentar fugir remotamente nos sistemas da nave espacial, a fim de enfraquecê-la antes da batalha.
Localizada no centro da nave estavam às celas de prisioneiros. Esta foi à única área onde a nave tinha sistemas de suporte de vida. O IG-2000 tinha espaço para até oito prisioneiros e era destacado um tubo de estase para manter qualquer prisioneiro gravemente ferido vivo. A cela continha também uma pequena clínica que era equipada com um velho Dróide Médico FX-7.
Indo roubar Guilherme Aragorn Logan de outro caçador, em Bespin, IG-88 encontrou Boba Fett. Devido às baixas perícias de IG-88 em batalhas, ele perdia. Quando Boba Fett ia dar o golpe final na nave, IG-88 ativou o Sistema de Autodestruição, enquanto jogava seu chip pelo espaço, se entregando. Uma pane, no entanto,fez a nave pular para o Hiperespaço, salvando a IG-2000 de um destino terrível.
Quando a nave chegou a Mechis III, IG-88A entregou a nave à IG-88D. Ele substituiria seu "Irmão" como Caçador de Recompensas. Duas vezes,enfrentou a Gilete do Espaço, e uma vez a Falcão Milenar. Após um combate contra a Escravo I, IG-88 pouso em Ordo Mantell, para consertar a prejudicada IG-2000. Depois do duelo entre Dash Rendar e IG-88, a IG-2000 se perdeu entre os anos, esquecida.

Naves estrelares: Saltador T-16

Saltador T-16
O Saltador T-16 também chamado de Asa-Tri T-16, por sua cabine triangular onde foram colocadas três grandes asas, era um aerodeslizador de alto desempenho.
Equipado com motores de íons e uma cabine pressurizada, para operar em altitudes de um planeta, o limite atmosférico. Desenhados e distribuídos pela Corporação Incom especificamente para operar em limites superiores a troposfera um planeta, na fronteira com o espaço.
Versões alternativas do Saltador estavam armadas com Canhões Pneumáticos e muitas agências militares planetárias na Galáxia de Orião, usaram os T-16 modificados para ter um melhor desempenho. De qualquer forma, sua arma era principalmente usada era um Canhão Blaster Repetidor montado na parte de baixo para uso militar.
Estes aerodeslizadores foram usados como veículos de treinamento para a Aliança Rebelde, porque o seu sistema de comando e controle de combate eram muito semelhantes aos comandos das embarcações Asas-X.
Estes Asas-Tri eram equipados com uma excelente estabilidade, contudo, para fornecer essa estabilidade era requerido um sistema aerodinâmico na qual o eixo vertical da cabina interrompia a janela da frente, segmentando e interrompendo o visual do piloto. Para compensar esta situação o veículo era equipado com um sistema de navegação eficaz com os computadores de mapeamento holográfico no painel.
A nave chegava a velocidades máximas que se alinhavam a 1.200/h kilômetros em condições superiores. Os Saltadores eram comuns por toda a Galáxia de Orião, com várias versões em cada planeta segundo suas versões modificadas.
Lucas Skywalker era dono de um T-16 em seu mundo natal, Tatooine, onde ele iria usar os Ratos Womp como prática de alvo e corrida através Cânion Mendigo com seu amigo, Biggs LuzNegra.
Seis meses após a Batalha de Yavin, dois T-16s estavam voando através Cânion Mendigo quando o Império invadiu Mos Eisley.

Fênix da Aliança

Fênix da Aliança
A Fênix da Aliança, ou simplesmente conhecida como a Fênix, era a insígnia da Aliança para Restauração da República. Ela adornou os capacetes dos Pilotos Rebeldes durante a Guerra Civil Galáctica. Era baseada no brasão da família Marek.
A Aliança para Restaurar a República adotou o símbolo do brasão da família Marek em honra a Galeno Marek, o antigo Aprendiz de Darth Vader, que se sacrificou para proteger os três fundadores da Aliança.
Freqüentemente descrito como uma fênix ascendente, esse símbolo representava o objetivo da Aliança de montar o palco para a República Galáctica ressurgir das cinzas do Império Galáctico que a Aliança jurou destruir. A Fênix é freqüentemente mostrada em vermelho ou azul vivo, mas também às vezes em amarelo, preto e cinza.
Quando a Aliança se tornou a Nova República, a Fênix permaneceu como peça central da insígnia desse governo. O brasão da família de Adar Tallon parece ser uma versão alterada da Fênix.
No final este símbolo foi usado em uma infinidade de governos, incluindo, a Aliança para Restaurar a República, a Aliança dos Planetas Livres, a Nova República, a República de Maria Isabel Samara, a República Federativa da Galáxia, a Federação Galáctica de Alianças Livres, a Aliança-em-Exílio,os Remanescentes da Aliança Galáctica e possivelmente até a Federação Unida de Planetas. E mais, a Fênix era bastante parecida com o emblema da Velha Ordem Jedi, se de algum modo modificado, e depois se tornou o símbolo da Nova Ordem Jedi e então da temporária Coalizão Jedi.

Naves estrelares: Caça Belbullab-22

Caça Belbullab-22
O Caça Belbullab-22 era um caça pesado construído pela Feethan Ottraw Scalable Montagens. A Confederação dos Sistemas Independentes modificou-o freqüentemente como uma nave de ataque pesado e bombardeiro, o modelo é chamado de: o bombardeiro de ataque da Confederação. General Grievous voava durante as Guerras Clônicas em um Belbullab-22 bastante usado em batalhas, apelidado de O Desalmado.
O caça era mais volumoso e robusto que os Caças Dróides usados pela Confederação dos Sistemas Independentes, com dois Canhões Lasers triplos, de fogo cerrado, capazes de infligir dano igual a um ataque feito por um Asa- V, e dois poderosos Canhões de Íons principais. O Belbullab foi projetado para um único piloto.
Grievous modificou seu caça com um hiperpropulsor de última geração que permitia o General dróide ficar móvel em uma ampla parte da Galáxia de Orião. Para permanecer em contato com as suas forças enquanto voava em seu caça, um compacto, mas poderoso transmissor-receptor HoloRede foi instalado a bordo permitindo que Griveous pudesse entrar em redes piratas e legítimas.
Depois do confronto com Kenobi em Utapaumer, Grievous tentou escapar em seu Caça Estelar, mas foi derrotado logo após. Depois da derrota de Grievous em Utapaumer, Obi-Wan Kenobi fugiu de Utapaumer no Caça Estelar do General. O Belbullab foi pego pela Tantive IV de Bail Organa.
Muitos foram usados na Segunda Batalha de Cato Neimoidia.
O Belbullab-22 seria usado por alguns dos Remanentes Separatistas incluindo a organização de Gizor Dellso em Mustafar. Darth Vader pediu um Piloto de TIE para trazê-lo um desses.
Anos depois da derrota da Confederação dos Sistemas Independes, os Caças Belbullab-22 continuaram vagando pelo espaço durante a Guerra Civil Galáctica. Muitas destas naves eram usadas como caças de elite por forças Imperiais e Rebeldes.

Naves estrelares: Caça Estrelar Classe-Nimbus Asa V

Caça Estrelar Alfa-3 Classe-Nimbus Asa-V
O Caça Estrelar Alfa-3 Classe-Nimbus Asa-V, muitas vezes simplesmente conhecido como o Caças Asas-V ou Caças Nimbus, era um caça de curto alcance colocado no final das Guerras Clônicas pela República Galáctica.
Os Asas-V foram posteriormente sucedido pelos Caças TIE Imperiais e seus variantes, assim como o Interceptores Rebeldes RZ-1 Asa-A, todos os quais incorporavam os aspectos dos Asas-V em seus projetos.
O Caça Estrelar Alfa-3 Classe-Nimbus Asa-V era um caça estrelar resistente, em forma de ponta de lança semelhante aos Interceptores Leve Delta-7 Classe-Jarro de Éter usados pela Ordem Jedi. Ele foi fabricado pelo Estaleiros Propulsores de Kuat, a mesma companhia responsável pela Interceptor Delta-7 e seu sucessor, o Interceptores Leve Eta-2 Classe-Atos.
O Delta-7 e o Alfa-3 foram projetados pelo engenheiro Walex Blissex, que mais tarde iria projetar o Asa-A da Aliança Rebelde com Jan Dodonna. Os Asa-V tinha dois Canhões Laser montados nas asas, que também foram projetados em forma de ponta de lança. Os Asas-V também tinham radiadores dobráveis nas asas semelhantes aos dos Interceptores Eta-2. Localizado entre as asas e cascos estavam dois Canhões Laser duplos que podiam girar seu eixo de modo a proporcionar uma ampla gama de fogo.
Atrás do casco principal do Caça havia dois escudos defletores dissipadores de calor, localizados nos dois propulsores de íons colocados verticalmente. Estas barbatanas também forneciam alguma proteção para o Piloto Clone do Asa-V.
Dentre os armamentos dessa nave havia dois canhões a base de laser com o seu modo especial de alta cadência, muito efetiva contra naves e pequenos alvos terrestres, e o lançador torpedos multi-direcionais, eficaz contra tanto alvos aéreos quanto alvos terrestres, pois quando lançado esse torpedo se divide em sete partes independentes, selecionando seus próprios alvos ou seguindo as ordens dos pilotos, através de um alvo previamente selecionado. Algumas versões contêm um pequeno lançador de Bombas de Próton, não muito comum naquela época.
Como o Delta-7, o Alfa-3 oferecia um compartimento para dróides astromecânicos atrás da cabine oval. O dróide Série-Q7 era inserido e fazia as funções de navegação e manutenção dos Caças que fariam no lugar de um co-piloto.
Como o Caça era muito pequeno para proporcionar um hiperimpulsor integrado, exigia um transporte para chegar às zonas de combate, como um Destróier Estrelar Classe-Venator.
As Tropas Clone que voaram neste Caça tinham capacetes especialmente concebidos. Estas estavam completamente selados, devido à falta de um sistema de suporte de vida.
Os Caças Asas-V eram lançados dos hangares das naves em grandes enxames, e era um dos Caças mais amplamente utilizado pela Marinha da República, no final das Guerras Clônicas. Ao contrário de Caça Estrelar de ReConhecimento Agressivo-170, conhecido por seu poder e força, o Asa-V era conhecido por sua velocidade e agilidade.
O nome dessa nave foi descontinuado pelo império, já que, por sua vez, preferiu adotar a Bombardeiro TIE como bombardeiro principal, só deixando uma das características do antigo Asa-V, duas pequenas asas que lhe davam o formato da letra "H" quando vista de frente, quanto aos Lasers, os Laçadores de Torpedo e a fuselagem única, foram abandonados. Já a Aliança Rebelde, tirou proveito do antigo desenho do Asa-V, dando continuidade ao nome. Dentre as características mantidas foi os lasers de alta cadência e os lançadores de torpedos multi-direcionais, já o desenho da nave foi modificado com a intenção de transformá-la em um Flutuante (Capacidade de vôos em baixas altitudes) e melhorar a blindagem, isso sem falar no sistema de pós-combustão instalado no Asa-V, que permite á nave dar pequenos "Pulos" (Picos de velocidade) para se safar de interceptadores.
Os Asas-V eram brancos evasivos e inacessíveis, até mesmo para os Avançados Tri-Caças Dróides usados pela Confederação de Sistemas Independentes durante os últimos dias das Guerras Clônicas. Produzidos em massa pelas forças leais, os Asas-V participaram de grandes operações de frota e participaram da defesa dos planetas da República durante as Guerras Clônicas.
Os Asa-V voou ao lado dos ARC-170 e dos ETA-2 durante a Batalha de Coruscante, lutando contra os Dróides Tri-Caças, Dróides Abutres, e mortais Dróides Zumbidos, sobre a nave-capitânia Separatista, a Mão Invisível, embora muitos foram derrubados pelo fogo antiaéreo do inimigo.
No final das Guerras Clônicas, os Esquadrões de Asas-V estavam sob a bandeira do Império Galáctico. Três Asas-V, conduzidos por pilotos de elite, escoltado o Imperador Palpatine em seu transporte durante a sua viagem entre Coruscante para Mustafar e no seu retorno, o Centro Reconstrução Cirúrgica do Imperador Palpatine. Estes Asas-V de elite foram modificados para viajar através do hiperespaço sem anéis de hiperdireção ou escudos reforçados.
Eventualmente, piratas e organizações criminosas, como o Sol Negro e o Cartel Hutt, usaram os Asas-V. Eles também foram usados pelos Mandalorianos ao redor do mesmo tempo da Batalha de Yavin durante um confronto com o Consórcio Zann.

Veículos: Bongos Tribolha

Bongos Tribolha
Bongos Tribolha são veículos submergíveis biomecânicos incomuns, fabricados pela Cooperativa Bongameken de Otoh Gunga e usados pelos Gunganos de Naboo.
O submarino Bongo é um dos seus êxitos tecnológicos mais estrondosos. Fabricado através de um processo secreto, o Bongo possui um aspecto orgânico. Bongos eram as embarcações artesanais Gunganas, construídas como um submarino igual o esqueleto de um coral. Cada um era único, por serem feitos individualmente. O casco do Bongo era forte, apesar de que pode ser facilmente danificada por algumas das criaturas dos oceanos de Naboo. Bongos eram fabricados baseados nos formatos das criaturas encontradas debaixo d'água, e, portanto, muitos deles se pareciam com lulas ou outros animais. Bongos eram equipados com uma instalação de energia elétrica e um sistema de orientação. Eles apenas podem levar um ocupante e um número de indivíduos. Aqueles que conseguem levar muitos passageiros são conhecidos como Heyblibbers.
É propulsionado por um sistema de barbatanas tentaculares rotativas. Com linhas orgânicas da tecnologia Gungana, o casco em forma de manta do Bongo que é organicamente cultivado através de técnicas secretas Gunganas. As proteções da bolha hidrostática mantêm as áreas da cabina e carga secas e cheias de ar. Um conjunto de tentáculos gira para fornecer ao Bongo propulsão. Estes tentáculos empurravam o Bongo para frente. A embarcação era equipada também com repulsores para empurrá-la através dos compartimentos especialmente estreitos das cidades Gunganas. Além disso, esse tipo de propulsão (Orgânica) é completamente amiga do meio-ambiente.
Bongos eram muito versáteis, e cumpriam várias funções, como transporte de passageiros e de cargas. Os Gunganos projetaram os seus Caças Estrelares baseados em seus Bongos.
Os primeiro Bongos provavelmente foi inventado por uma tribo conhecida como a Comunidade Bongomeken. Milênios mais tarde evoluíram para a Cooperativa Bongameken de Otoh Gunga. Eles variaram de pequenos e artesanais para um único passageiro para os grandes Heyblibbers usados para viagens longas.
Vindos de Coruscante para Naboo, Qui-Gon Jinn e Obi-Wan deslocaram-se a bordo de um Bongo Gungano durante a sua estada no planeta ocupado para alcançarem Theed, onde o Chefe Nass os deu um de presente. Este submarino era composto por um gerador elétrico, um sistema de navegação e um compartimento para passageiros.
Enquanto os Gunganos produziam grande parte da tecnologia necessária para a criação de Bongo, artigos eletrônicos e equipamentos especializados, como recipientes metálicos tiveram que ser comprado dos Naboo. Os comerciantes Gunganos adquiriam tais itens dos Naboo em troca de alimentos e remédios.
Os Bongos são muito versáteis e podem ser modificados de acordo com as tarefas que são atribuídas a eles. Eles eram freqüentemente usados para o transporte de mercadorias. Neste caso, o espaço normalmente reservado para os passageiros pode também ser usado para o espaço adicional das mercadorias. Bongos que servem ao Exército Gungano são maiores e podem transportar até cinco Soldados em combate. Em geral, os submarinos estavam desarmados e poderiam responder a ataques de monstros aquáticos como o Assassino Marítimo Opee fugindo em alta velocidade. Em algumas ocasiões, eles eram projetados com Canhões de Plasma ou arpões, instalados nos locais ao invés das bolhas da frente. A tecnologia utilizada nos Bongos mais tarde foi usada pelos engenheiros Gunganos para desenvolver as suas próprias naves espaciais. Assim, os Gunganos poderiam deixar a atmosfera de Naboo e colonizarem a lua de Ohma-D'un.
A Tecnologia do Bongo inspirou os engenheiros Gunganos em Lamaredd para criar a Gôndola Skimmersub, baseado nos projetos dos Bongos. Com o Plasma Locab, um componente do Bongo, era escasso em Lamaredd, a gôndola usava uma tecnologia alternativa.