terça-feira, abril 01, 2014

Escudos Asgardianos

Escudos Asgardianos
Escudos Asgardianos são a principal tecnologia de defesa usados pelos Asgardianos e os Humanos em suas Naves Espaciais estando entre os mais escudos avançados conhecidos por existir. A tecnologia foi compartilhada entre Asgardianos e a Nova República em agradecimento por suas contribuições por derrotar os Zaioonianos e os Vanir, dando as naves da Nova República uma grande vantagem sobre as outras raças da Galáxia de Orião.
Escudos Asgardianos criam uma "Bolha" elíptica em volta da espaçonave em que eles estavam equipados para que ele absorvesse e espalhasse a energia do disparo das armas. A matriz do escudo enfraqueceria gradualmente sob o fogo contínuo (Muito rapidamente com bombardeio constante, mas somente se o escudo fosse atacado por armas potentes), deixando que as energias dos ataques ultrapassassem pelo casco causando danos na nave. No entanto, como foi dito anteriormente, as armas que atingiam o escudo tinham que ser muito potentes, caso contrário, os escudos iriam permanecer, mesmo sob o fogo contínuo. Armamento leve como áqueles encontrados em uma embarcação Ha'tak tinham pouco ou nenhum efeito sobre o escudo, mesmo que várias embarcações o bombardeassem simultaneamente. Embora energias adicionais pudessem ser direcionadas para a bolha de escudo para reforçá-lo, a única maneira de uma nave finalmente sobreviver a um ataque contínuo era se retirar dando tempo o suficiente para os escudos recarregarem.
Os Escudos Asgardianos superavam em muito os escudos Zaioonianos que eram muito primitivos em eficiência. Apesar disso, eles eram muito menos eficientes quando enfrentavam adversários com um nível tecnológico comparável ao deles. A força exata de um Escudo Asgardiano, assim como a maioria tecnologia Asgardiana parece variar em relação à quantidade de energia levada até eles, ou seja, os escudos das naves Asgardianas eram muito mais poderosos do que os das Naves Espaciais da Nova República, a não ser que um Módulo de Ponto Zero ou fonte de energia equivalente fosse ligado os tornando ainda mais poderoso do que os escudos levados nas embarcações Asgardianas. Os escudos mais avançados já desenvolvidos pelos Asgardianos foram equipados na Odisséia antes que eles cometessem suicídio em massa deixando que a nave sobrevivesse ao fogo contínuo das principais armas de várias Naves de Guerra Ori por vários minutos, uma incrível façanha atualmente incomparável com a tecnologia de proteção de qualquer outra espécie que lutou contra os Oris. Com um MPZ alimentando o escudo; ele pode resistir a praticamente qualquer coisa.
Mesmo sem um MPZ equipado, os Escudos Asgardianos ainda conseguiam resistir diretamente as Armas Zangões, mas Todd afirmou que apenas um Zangão poderia desativar a hiperdireção de um Missouri, o que indica que as Armas Zangões de Asgard poderiam penetrar em seus escudos sem muita resistência. Isso pode ser possível se as armas dos Asgardianos foram atualizadas desde a criação dos Vanir, embora isso seja improvávelProvavelmente indicando que Todd não entende completamente a tecnologia da nave que tinha seqüêstrado (Que estava muita danificada na época). Os Viajantes presumivelmente têm escudos fortes o suficiente para resistir a Zangões até um grau limitado, dada a sua participação no ataque contra os Vanir, embora suas naves tivessem um grande dano.

Hiperdireções Asgardianas

Hiperdireções Asgardianas
Hiperdireções Asgardianas têm rotineiramente provado conseguirem atravessar grandes distâncias galácticas em uma questão de dias ou até mesmo horas sendo uma necessidade dos Humanos de continuarem a sua jornada intergaláctica.
A velocidade exata de uma nave equipada com uma Hiperdireção Asgardiana parece ser diretamente proporcional à energia disponível na nave. A Prometeus precisou de vários meses para cruzar toda a Galáxia de Orião. No entanto, a mais avançada Dédalo rotineiramente cruzava toda a Galáxia de Orião por volta de 18 dias. O motor poderia ser modificado para deixar que a nave viajasse mais rápida, mas correria o risco de queimar o motor. Uma nave Asgardiana ou uma Nave Classe-Dédalo com um MPZ ligado em seus sistemas de energia poderia fazer a viagem por volta de quatro dias. As embarcações Asgardianas Classe-O'Neill conseguiam cruzar por toda a Galáxia de Orião de um lado da outro em apenas algumas horas. Mesmo sem uma fonte de energia MPZ ou comparável para ajudá-las, estas eram alguns das mais rápidas hiperdireções conhecidas existindo, sendo superadas apenas por um Motorestrela alimentado totalmente.
Enquanto estava no hiperespaço, os escudos e os sistemas de armas de uma nave usando uma Hiperdireção Asgardiana estavam desativados devido ao fato de que era preciso a potência total dos geradores da nave. Como resultado, uma nave usando uma Hiperdireção Asgardiana poderia ser destruída se uma embarcação próxima do hiperespaço se autodestruísse, mas esta ocorrência era altamente improvável, pois nenhuma outra hiperdireção foi vista tendo um ritmo igual ao deles. Naves Asgardianas tinham a capacidade de rebocar outras embarcações em seu campo de hiperespaço, mas isso fazia com que o tempo total de viagem fosse exponencialmente alongado (Não se sabe se as hiperdireções equipadas nas naves Humanas tinham estas mesmas capacidades).
Os Humanos receberam a primeira tecnologia de Hiperdireção Asgardiana como agradecimento por sua ajuda na luta contra os Vanires e que agora são padrão em todas as 304s. Contudo, as naves da Nova República usam fontes de energia consideravelmente mais fracas quando comparados ás naves Asgardianas fazendo as unidades não conseguirem serem funcionar em sua verdadeira capacidade. No entanto, pouco antes da sua extinção, os Asgardianos instalaram um núcleo avançado de energia á bordo da Odisséia. Não está claro se este novo núcleo de energia melhorou realmente o desempenho da Odisséia, quando o navio já estava usando um Módulo de Ponto Zero até a este ponto. No entanto, mesmo com esta energia, estas hiperdireções eram uma das mais rápidas quando comparadas com das da maioria das espécies.

Núcleo de Computador Asgardiano

Núcleo de Computador Asgardiano
O Núcleo de Computador Asgardiano era uma base de dados como todo o conhecimento dos Asgardianos. O Núcleo de Computador tinha uma base de toda a história dos Asgardianos, hologramas interativos de cada Asgardiano, tecnologia dilatação do tempo e uma fonte de energia de conhecimento independente. Estas características provavelmente apenas arranhavam a superfície da capacidade total do dispositivo. Os Asgardianos deram isso para a Nova República como um presente para ajudá-los a lutar contra os Oris. Os Asgardianos instalaram isso na Odisséia em 157 anos ABMC, antes de cometerem o seu suicídio em massa.
Por algum tempo, sabe-se que os Asgardianos estavam em extinção e depois de adquirirem uma doença de deterioração genética em sua última tentativa de resolver o seu problema, os Asgardianos aceitaram que não havia mais nada que pudessem fazer. O Núcleo de Computador era o seu legado, e uma forma de garantir que os Asgardianos fossem lembrados para sempre pela comunidade intergaláctica.
Com a extinção da raça Asgardiana iminente, os Asgardianos instalaram um avançado Núcleo de Computador na nave Humana, a Odisséia. Este Núcleo de Computador continha todo o conhecimento atualizado sobre os Asgardianos, assim como toda a sua história.
Incluída no Núcleo de Computador estava uma extensa informação sobre o Raio Asgardiano, dilatação do tempo, escudos, armas, hiperdireções e muito mais e que era alimentado por um Núcleo de Energia Asgardiano tendo um dispositivo de dilatação do tempo integrado no próprio núcleo. O núcleo era muito amigável e um usuário poderia baixar um simples programa instruindo o núcleo para executar uma grande função especificada, o núcleo seria para "Preencher as lacunas". O Núcleo de Computador também poderia apresentar uma imagem holográfica de qualquer Asgardiano no registro como uma armação, destinado a ajudar qualquer um que não entendia a Língua Asgardiana e/ou as suas próprias tecnologias.
Thor indicou que o Núcleo de Energia Asgardiano á bordo da Odisséia tinha a sua própria fonte de alimentação. Atualmente não se sabe se que ele usava qualquer fonte de energia equivalente a um MPZ, ou se ele materializa o seu próprio Neutrônio em Geradores de Neutrino-Íon usando a tecnologia de raios Asgardianos, aasim o PE-1 fez com os alimentos, suprimentos e oxigênio, enquanto estavam dentro da Odisséia. (Pode ser possível que o computador central tenha de um Gerador de Neutrino-Íon embutido, que usa Neutrônio sintetizado).
Até o ano de 158 anos ABMC, um núcleo Asgardiano havia sido instalado na Dédalo, e provavelmente em outras Naves de Guerra Classe-Dédalo. Esta versão era, porém, esteticamente diferente, por isso era possível que elas se diferenciam da original de alguma forma.

Naves estrelares: Zangões Sensores

Zangões Sensores
Zangões Sensores eram Zangões desarmados e não-inteligentes que muitas Naves Estelares do Quarto Reich usavam para estender o seu alcance de sensores. A Classe-Dédalo leva por volta de uma dúzia de Zangões a bordo e esta classe usa estes Zangões quando ela procura por algo ou inspeciona uma grande área no espaço. Embora a própria Classe-Dédalo tenha um grande conjunto de antenas de sensores, eles poderiam ser limitados. Então, quando ela precisava estender o seu alcance, ela coloca os Zangões para que eles possam obter uma imagem ao vivo transmitida para todos os Zangões, ou ela poderia colocá-los em um duro círculo no limite de suas capacidades de sensor. Desde que os próprios Zangões possuem sensores poderosos, eles podem investigar e ver muito mais longe que os sensores da Classe-Dédalo, e transmitir esses dados de volta para ela. Ela poderia usar isso para coletar dados sobre a batalha e, em seguida, planejar e atacar em conformidade, ou qualquer outro uso que se possa imaginar.
Estes tipos de Zangões geralmente são transportados apenas por naves de grande porte, pois eles precisavam ser encaixados quando não estivam sendo usados, e os Zangões são grandes, por isso não há muitas pequenas embarcações que podem abrigar um Zangão sem mencionar as dezenas que a Classe-Dédalo leva. Além disso, as colocações são necessárias para abastecer, reparar e rearmar os Zangões, portanto, apenas naves de grande porte com capacidade para reabastecer e de criar nanomites de reparação podem de fato, abrigar Zangões.

Naves estrelares: Naves Asteróides do Quarto Reich

Naves Asteróides do Quarto Reich
Naves Asteróides do Quarto Reich eram as embarcações de tipo de coleta/espionagem do Quarto Reich. Estas embarcações eram pintadas e remodeladas com rochas nos cascos para ficarem parecidas com asteroides e poderem usar a rocha de asteróides como uma camuflagem. Estas naves eram colocadas sobre o campo de asteróides próximas de um planeta e ficavam lá espionando de lá de cima. Era quase indetectável e o inimigo apenas percebia que havia uma nave no local quando ela atirava nele.
Elas estavam armadas com Projetores de Ponto de Singularidade.
Estas naves têm suportes de vida e armas dentro delas sendo destinados á coleta de oxigênio, a mineração de matérias-primas para um OVNI do Quarto Reich. As Naves Asteróides muitas vezes assumem o formato de uma lua ou asteróide para estabelecerem colônias de mineração, porque há uma maior facilidade de acesso aos minerais e minério usando estas naves. As naves transportam milhares de Zangões para proteção e para projetarem uma presença ofensiva no campo de batalha.

Naves estrelares: Navestocha

Navestocha
Navestocha eram as principais Naves de Guerra do Quarto Reich sendo considerada uma das classes mais sofisticadas de embarcação de combate da Galáxia de Orião conhecida. O Quarto Reich as usava para explorarem os sistemas confrontando Coruscante e Olrox em várias disputas fronteiriças. Foi durante estes conflitos que as Navestochas ganharam sua temível reputação como Naves Espaciais que conseguiam bater de frente com os Aeróstatos Estrelares Classe-Maria Isabel Samara I e Naves de Guerra Classe-Dédalo.
Naves desta classe ultrapassam muitos dos outros projetos de Naves de Guerra em tamanho sendo comparáveis em tamanho aos Aeróstatos Estrelares Classe-Maria Isabel Samara I e as Naves de Guerra Classe-Dédalo. No entanto, ao contrário da Classe-Dédalo, as Navestochas eram muito lentas podendo normalmente ser manobradas para fora pela maioria das embarcações. Para compensar essa deficiência no combate, as Navestochas do Quarto Reich costumavam usar pequenos geradores de gravidade referidos como "Pacotes de Massa Gravitacional Artificiais" para desativar a sua capacidade de escapar dos inimigos e/ou fazer manobras. Simultaneamente, as Navestochas iriam colocar esquadrões de Caças Estrelares e lançadeiras que eram parecidas com versões menores das próprias Navestochas. Depois que o inimigo era encurralado com sucesso, a Navestocha entrava e cortava o inimigo em pedaços com os seus raios de plasma.
Muitas Navestochas foram usadas pelo Quarto Reich para transportar crianças Humanas e Lixo Solar para os depósitos de Niburu onde eram o lixo era descarregado pra ser transformado em plasma. As crianças levadas para cá recebiam treinamento para se tornarem agentes infiltrados do Quarto Reich.

Naves estrelares: Zangão de Ataque/Sensor Leve ES-14 Janus

Zangão de Ataque/Sensor Leve ES-14 Janus
O Zangão de Ataque/Sensor Leve ES-14 Janus ou Janus era conhecido como o "Caçula da ninhada" no arsenal de Zangões do Quarto Reich. O Janus era projetado para especificações de missões iguais a sua contraparte maior, o Oráculo, mas ele tinha a metade do tamanho podendo levar apenas dois pacotes de sensores modulares. A vantagem do Janus é a sua relativa velocidade e capacidade de manobra, assim como a sua Tecnologia de Baixa Visibilidade que ele usa para ocultar a sua posição nas operações de combate. Com velocidade e aceleração grandes, a massa relativa que o Janus poderia levar em um ataque poderia ser muito maior do que o poder destrutivo do Oráculo. Zangões Janus também eram mais portáteis e mais fáceis de reparar do que Oráculos embora eles não tivessem a capacidade de comando e de controle em pacotes de Caçadores-Assassinos. Mas era pouco armado e blindado, o Janus era muito eficiente em dois grandes papéis de operações de Naves Estelares. O seu papel sensorial de ser discreto e ágil o tornava ideal para operações de reconhecimento e vigilância de sistemas. A função de combate do Zangão como um interceptador rápido se tornou uma ferramenta de defesa perfeita para impedir a chegada de mísseis juntamente com os Tubolasers de uma nave e Canhões Laser de Ponto de Defesa.