segunda-feira, maio 06, 2013

Naves estrelares: Piquete Blindado Classe-Tavya

Piquete Blindado Classe-Tavya
O Piquete Blindado Classe-Tavya era um Caça Estrelar pesado construído pela Direção Hoersch-Kessel, Inc e usado pela República Galáctica durante as Guerras Clônicas.
Diferentemente das grandes naves-capitânias criadas pela DHK para a Federação do Comércio, o Classe-Tavya era uma pequena e rápida nave de reconhecimento, mantendo uma tradição padrão vinda desde o Mensageiro Classe-Delaya de quatro mil anos antes, e também personificado pelo contemporâneo Mensageiro Rápido Classe-Seltaya. Como essas duas naves, o Classe-Tavya pegou o seu nome de sua classe de um planeta que termina em "-a", neste caso, Tavya no Setor Tapani.
A Classe-Tavya levava um único piloto e estava bem armada com armas de energia e de mísseis, incluindo uma torre de Canhão Laser montada. Um lançador de Torpedo de Prótons adicional poderia ser colocado abaixo da fuselagem ventral para ter um poder de fogo extra. Diferentemente de muitos dos Caças usados durante as Guerras Clônicas, ele estava equipado com uma hiperdireção interna totalmente funcional.
Como as Guerras Clônicas se alastraram, a frota da Confederação de Sistemas Independentes iniciou uma série de ataques surpresa vitoriosos contra comboios da República em pontos-chave de saída do hiperespaço usando informações secretamente fornecidas por Palpatine como Darth Sidious. Para evitar esses ataques, a Direção Hoersch-Kessel desenvolveu o Mensageiro Classe-Tavya para procurar por possíveis ameaças a importantes naves diplomáticas ou comboios militares.

Naves estrelares: Mensageiro Rápido Classe-Seltaya

Mensageiro Rápido Classe-Seltaya
O Mensageiro Rápido Classe-Seltaya era um tipo de Caça Estrelar construído pela Direção Hoersch-Kessel, Inc. usado nos últimos dias da Velha República pelos Cavaleiros Jedi.
Diferentemente das grandes naves-capitânias criadas pela DHK para a Federação do Comércio, o Classe-Seltaya era uma pequena e rápida nave de reconhecimento, Portanto, pertencia a uma linhagem de projeto vinda desde o Mensageiro Classe-Delaya de quatro mil anos antes, e também personificado pelo contemporâneo Piquete Blindado Classe-Tavya. Como essas duas naves, o Classe-Seltaya pegou o seu nome de sua classe de um planeta que termina em "-a", neste caso, Seltaya no Sistema Ropagi.
Diferentemente de muitos Caças da época, o Seltaya estava equipado com uma hiperdireção interna, mas aparentemente estava apenas armado com Canhões Laser, sem armas de mísseis. Poderia ser pilotado por um único piloto e um Dróide Astromecânico Série-R2, e pelo menos alguns modelos tinham uma cabina com abertura como uma capota, mas também são feitas referências às naves desta classe com uma acomodação de bordo relativamente expansiva, inclusive uma embarcação. Estas naves conseguiam transportar pelo menos quatro passageiros ou tripulação adicional ao lado do piloto.
A Ordem Jedi mantinha um número destas naves nos hangares do Templo Jedi em Coruscante, incluindo o Limite de Visão que Jai Maruk usou para explorar a Via Hyliana, e a nave que Palleus Chuff levou para Ithor para representar Yoda. Embora alguns duvidassem da qualidade da construção das Naves de Guerra construídas, com cada parte contratada pelo menor preço, os aerodinâmicos Seltayas estavam entre as naves favoritas do Chefe Técnico Boz Addle no Templo.

Naves estrelares: Caça Estrelar Classe-Libertador

Caça Estrelar Classe-Libertador
O Caça Estrelar Classe-Libertador, conhecido pelo Império Sith como o Caça Talon, era um modelo de Caça usado pela República Galáctica, antes e durante a Grande Guerra Galáctica.
O Caça Estrelar Classe-Libertador serviu como a principal defesa contra os Interceptadores Imperiais Mk VII e Mk VI usados pelo Império Sith Reconstituído durante a Grande Guerra Galáctica e a Guerra Fria.
Como outros Caças Estrelares e pequenos projetos de transportes da época, excluindo algumas exceções notáveis, como a Corveta Leve Classe-Defensor, o Interceptador Imperial Classe-Fúria, a Nave de Assalto BT-7 Trovoada e o Protótipo Classe-Fantasma X-70B de transporte, o Classe-Libertador não tinha motores de hiperdireção. Isto forçava os pilotos a contar com naves maiores, como a Corveta Classe-Thranta e o Cruzador da Classe-Valor para levá-los ao seu destino.
Um diferente modelo do Caça, conhecido como Classe-Ataque, tinha espaço adicional para um dróide astromecânico e armazenamento para Sabres-de-Luz.
Estes Caças foram usados para escoltar um comboio diplomático de Naves de Transporte da República para investigar naves não identificadas que invadiram o Braço Tingel da Galáxia de Orião. Eles foram destruídos pelas forças da Marinha do Império Sith. Vários Caças também foram usados para retomar Alderaan após uma batalha de mesmo nome.
Estes Caças mais tarde serviram como os principais Caças durante a Grande Guerra Galáctica e a posterior Guerra Fria contra Interceptores Imperiais Mk. VI usados pela Marinha Imperial. Eles eram carregados por Corvetas Classe-Thranta da República e Cruzadores Classe-Valor.
A Mestra Jedi Satele Shan era conhecida por usar a variante de Classe-Ataque em missões para a República.

Naves estrelares: Cruzador Classe-Valor

Cruzador Classe-Valor
O Cruzador Classe-Valor serviu na Marinha da República durante a Grande Guerra Galáctica e a subseqüênte Guerra Fria.
O projeto da nave tinha uma parte central bulbosa, com baterias de armas cobrindo a frente, laterais e a popa, sete propulsores localizados em uma torre ventral e uma torre de comando do lado dorsal. Ao longo das laterais de cada nave havia vários hangares. Além disso, pelo menos um hangar estava localizado no casco dorsal, de frente para o "Vale" no meio da embarcação. A nave-capitânia seguia o esquema de cores República com listras vermelhas em cascos brancos.
A classe de nave serviu como a mais poderosa e mais pesada Nave de Guerra na frota da República, a deixando ser comparada com o Encouraçado Harrower em termos de tamanho e poder de fogo, mas uma vez que é blindada apenas onde é necessário, é mais rápida e mais ágil do que o Harrower. Estas geralmente serviam como naves-capitânias da frota da República responsáveis pela defesa planetária contra ataques Imperiais e ataques a alvos Imperiais através da Galáxia de Orião.
Várias destas naves estavam envolvidas em combates durante a Grande Guerra Galáctica, como parte de uma força-tarefa que atacou Korriban. Mais tarde, viram combate na seguinte Guerra Fria. O Mestre Jedi Oteg serviu a bordo de uma destas naves e comandou um grupo de aventureiros da República da nave durante uma incursão no complexo Imperial de Taral V. Uma destas naves era chamada por causa do Mestre Jedi Belth Allusis, um herói da Grande Guerra Galáctica.
Durante a Guerra Fria, pelo menos uma destas naves, a Telos, nave-capitânia da Primeira Frota Expedicionária fazia parte de uma força-tarefa da República para resgatar o Mestre Jedi Revan da Prisão Redemoinho, juntamente com uma equipe de ataque da República. Após a libertação de Revan pelo menos duas destas naves faziam parte do bloqueio da República protegendo a Fábrica do ataque Imperial até o Imperador ordenar um ataque contra a estação espacial.
Outro exemplo de Cruzador Classe-Valor é o Allusis, capturado pelas forças Mandalorianas. Uma equipe de ataque foi criada a nave foi abordada por uma cápsula de embarque lançada de uma Corveta Classe-Thranta.
Durante a Segunda Grande Guerra Galáctica, uma Classe-Valor chamada Valente comandada pelo Almirante Dabrin serviu como a nave-capitânia da República, sendo capturada pelas forças Imperiais lideradas pelo Mestre Jedi Warren Sedoru que tinha se tornado um escravo do Imperador. Juntamente com o conhecimento de táticas da República e posições de frotas, o Império fez do Valente uma arma invencível que poderia paralisar a frota da República. Um Cavaleiro Jedi junto com aliados embarcou na nave-capitânia e derrotou o Jedi caído e salvou o Almirante Dabrin.
Durante o renovado conflito entre o Império Sith e a República Galáctica muitas Naves de Guerra Classe-Valor foram mobilizadas contra o Império em vários campos de batalha, incluindo Coréllia, Ilum e em várias divisões, pois a República havia redobrado os seus esforços para derrotar o Império Sith. Algumas destas Naves de Guerra também iriam fazer o que se acreditava ser impossível atacando a própria Capital Imperial.

Sith: Exal Kressh

Exal Kressh
Exal Kressh foi uma Sith híbrida e Aprendiza do Imperador Sith durante a época da Grande Guerra Galáctica.
Durante os primeiros anos da Grande Guerra Galáctica, ela abandonou os seus deveres na Fenda Kathol e fugiu em direção à fronteira do Espaço da República. O Imperador e o Conselho Negro responderam à traição enviando Teneb Kel, o Aprendiz do Lorde Califo, para ir atrás dela e matá-la. Durante a batalha contra o Aprendiz, ela destruiu a Colônia Azul de Lenico. Teneb foi salvo por seu escravo Maggot e conseguiu escapar da colônia a tempo.
Exal Kressh foi escolhida para ser a Aprendiza do Imperador Vitiate, um papel no qual ela serviu até os primeiros anos da Grande Guerra Galáctica, quando ela descobriu que ele pretendia esvaziar a sua mente e enchê-la com a sua própria, fazendo dela a sua primeira "Filha". Em resposta, Exal abandonou os seus deveres na Fenda Kathol e fugiu em direção à fronteira do Espaço da República, e, possivelmente, enviou informações para a República. O Imperador e o Conselho Negro responderam enviando o Aprendiz Sith Teneb Kel para caçá-la e matá-la. Kressh destruiu a Colônia Azul de Lenico enquanto lutava contra Teneb. Teneb mal sobreviveu ao duelo, mas conseguiu escapar da colônia e continuar sua a missão de encontrá-la.
Kressh tentou destruir o projeto de Vitiate de fazer os seus filhos, ajudando a República em um assalto em Korriban. Secretamente ajudando a República, ela pretendia sabotar as defesas do planeta deixando que a República se infiltrasse no planeta. Ela foi recebida novamente por Teneb Kel, embora, mais uma vez foi superior a ele em combate. No entanto, quando o escravo guerreiro de Teneb Maggot interveio, Teneb teve a sua chance e mata Kressh, assim impedindo-a de sabotar as defesas do planeta ou de destruir o projeto do Imperador. Ela finalmente chegou ao ponto em que a sua arrogância e a sua superioridade a prejudicaram quando Teneb a derrotou.
Exal Kressh era uma mulher que não sentia compaixão por suas vítimas e ainda sentia prazer em fazer isso. Ela realmente conseguiu trair Vitiate, mas a voz de seu antigo Mestre ainda a atormentava. Isto a incentivou a agir sempre em sua raiva. Ela se assemelhava em caráter ao seu antepassado Ludo Kressh.

Naves estrelares: Corveta Classe-Thranta

Corveta Classe-Thranta
A Corveta Classe-Thranta, também conhecida como a Corveta CR-12, era uma corveta á serviço da Marinha da República durante a Grande Guerra Galáctica.
A classe de nave era igual em aparência aos primeiros modelos de Fragata Classe-Pretoriana e do Cruzador Classe-Cabeça de Martelo.
A Classe-Thranta era a nave-capitânia da Marinha da República, sendo produzida em larga escala para ocupar o lugar do Cruzador Classe-Cabeça de Martelo da Guerra Civil Jedi e da Fragata Classe-Pretoriana da Grande Guerra Sith. Era um pouco menor do que o Cruzador Classe-Cabeça de Martelo, mas foi completamente ocultada pela primeira Nave de Guerra da Marinha da República durante a Grande Guerra Galáctica e a Guerra Fria, o Cruzador Classe-Valor.
A tripulação destas naves era igual à de um Cruzador Classe-Cabeça de Martelo, mas o número exato é indeterminado.
A Corveta Classe-Thranta possuía dois principais turbolasers duplos pesados montados na posição frontal igual aos do Cruzador Classe-Cabeça de Martelo e vários turbolasers e lançadores de mísseis em todas as partes de seu casco, fazendo-a mortal para as naves inimigas e a deixando causar uma grande quantidade de dano. Existe um tipo mais fortemente modificado desta classe de nave a deixando assumir uma frota de corvetas e fragatas pesadas antes do início da Grande Guerra Galáctica. Ao contrário da variante padrão, esta não era muito usada pela República Galáctica. O armamento desta classe de nave era poderoso o suficiente para igualá-la em poder de fogo a um Transporte Classe-Medida ou um Destróier Classe-Término, mas precisava de poder de fogo o suficiente para atacar o Encouraçado Classe-Harrower e Naves de Guerra pesadas. Para compensar isso, eles eram agrupados juntos usando formações em quadrado para derrubar embarcações maiores.
Corvetas Classe-Thranta tinham dois hangares nos lados a bombordo e a estibordo da nave que transportavam 24 Caças Estrelares Classe-Libertador para combaterem Interceptadores Avançados Mk. VII, assim como um número de Lançadeiras. Essa classe também levava um número de cápsulas de embarque que perfuravam o casco das naves inimigas, assim como um número de Lançadeiras. Estes hangares estavam localizados em ambos os lados da embarcação, para proteger o hangar e a tripulação contra o vácuo no espaço, um escudo era ativado sobre a abertura. Suspeita-se também que, durante batalhas espaciais esta abertura poderia ser selada para impedir o embarque de passageiros.
Estas naves transportavam um batalhão inteiro de Soldados da República e, se necessário uma equipe de Cavaleiros Jedi, assim como Dróides de Guerra e transportes para reforços.
A Corveta Classe-Thranta é alimentada por um Aniquilador de Hipermáteria tipo-4 localizado diretamente dentro da nave, com a energia atravessado ela para destruir a si mesma e metade de uma frota se os apoios que o conservam em estabilidade são rompidos.
Para a propulsão subluz, a Classe-Thranta contava com uma série de quatro assentos com dois motores iônicos sublumínicos tendo dois motores iônicos de hiperespaço para o impulso adicional em situações de emergência.
Antes do início da Grande Guerra Galáctica, as naves Classe-Thranta atuavam como Naves de Guerra de manutenção da paz em vários setores do espaço da República, envolvidas em conflitos e derrotando forças piratas que assolavam algumas áreas. Naves Classe-Thranta lutaram em muitas batalhas durante a Grande Guerra, inclusive a batalha para acabar com o bloqueio Mandaloriano na Via Hyliana. Após o fim da guerra, estas corvetas participaram de confrontações com as forças Imperiais. Um desses confrontos foi com a Talon Negra, um Transporte Imperial enviado pelo Grande Moff Kilran para atacar e capturar ou matar "O General", a bordo da Estrela de Brentaal em rota para um sistema planetário. Uma vez que a Talon Negra atacou, apontando para os geradores de energia, a Estrela de Brentaal disparou seus turbolasers, lançadores de mísseis e várias cápsulas de embarque. Após a frota de embarque da Estrela de Brentaal ser derrotada, uma equipe de ataque da Talon Negra embarcou no Estrela e completou a missão. Com a missão completa, a Talon Negra retirou-se para o hiperespaço antes de receber qualquer dano.
Algumas dessas embarcações estavam em conjunto com um número de Cruzadores Classe-Valor, sob o comando do Mestre Jedi Oteg durante o ataque contra o complexo Imperial de Taral V, abatendo bombardeiros Imperiais para que a equipe de ataque da República recuperasse um computador Gree. Estas embarcações serviriam mais tarde para confrontarem forças Imperiais que protegiam a Prisão Redemoinho que prendeu o Mestre Jedi Revan por 300 anos. No final da missão, estas naves recuariam junto com a nave-capitânia de Oteg e outras embarcações restantes da República.
Após a libertação de Revan, forças Imperiais capturaram uma única Corveta Classe-Thranta chamada Céu de Dorin para passar pelo bloqueio da República que protegia a Fábrica, transportando uma equipe de ataque sob as ordens de Darth Malgus para derrotar seu Mestre e tomar as instalações em o nome do Império durante este tempo uma Frota Imperial entrou no sistema e furou o bloqueio.
Mais tarde, durante a Guerra Fria, uma única Corveta Classe-Thranta chamada Áurora serviu como a nave-capitânia do Mestre Jedi Kellian Jarro, o alvo final da Grande Caçada. Muitos tentaram matar o Mestre Jedi e não conseguiram até a nave do Grande Campeão da Grande Caçada ser pega pelo Raio Trator do Áurora e levada para o hangar onde começou uma batalha que resultou na morte do Mestre Jedi. Esta nave viria a ser destruída durante uma explosão logo após um cisma dentro dela.
A Classe-Thranta continuou em serviço durante muito tempo após o fim da Grande Guerra Galáctica, com duração de mais de um milênio, como os modelos Pretorianos e Cabeça de Martelo.

terça-feira, abril 30, 2013

Dróides: COO-2180

COO-2180
COO-2180 era um Dróide Cozinheiro Série-COO servindo como um membro da tripulação do transporte de refugiados Vale Jendiriano que servia refeições modestas para os passageiros a bordo. Quando R2-D2 entrou na fila de refeições para conseguir alimentos para Anakin Skywalker e Padmé Amidala, que estavam viajando secretamente de Coruscante para Naboo na Incógnito, COO-2180 disse para o dróide astromecânico sair da fila no lugar de seus proprietários, mas era tarde demais. R2 já havia obtido alimento para os dois e respondeu ao insulto do dróide cozinheiro com alguns dos seus.
O COO-2180 era fabricado pela Tequinipública. Tinha pernas fortes que estavam equipadas com travas magnéticas para deixá-lo ficar firme no chão, mesmo em caso de flutuações de gravidade ou instabilidade da nave. Ele tinha seis braços, cada um dos quais estava equipado com utensílios básicos de cozinha.